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Fate/Gensokyo #49 Saber of Red (Fate/Grand Order) Parte 2

2020.08.07 04:24 YatoToshiro Fate/Gensokyo #49 Saber of Red (Fate/Grand Order) Parte 2


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Londres: O Mundo da Morte na Cidade do Nevoeiro Demoníaco
Materializando-se do nevoeiro demoníaco, Mordred logo se encontrou e fez uma parceria com Henry Jekyll para salvar Londres, com ela fazendo o trabalho de campo. Antes da chegada de Caldéia, o casal descobriu que o Museu Britânico, que serve como entrada da Torre do Relógio, foi destruído pelos criadores do nevoeiro, o Projeto Demonic Fog, para remover qualquer oposição.
Mais tarde, ela confronta Ritsuka Fujimaru e Mash Kyrielight ao ver que podem respirar no nevoeiro, perguntando se são amigos ou inimigos. Eles não respondem, mas ela os acha inofensivos. Ela adverte a seguir em frente se eles valorizam suas vidas antes de partir. Ela fica de olho no par e as testemunha destruir um Helter Skelter. Ela interpõe durante a análise de Romani Archaman dos golens mecânicos para informá-lo de seu nome. Ela conclui que Ritsuka e Mash não são inimigos e concorda em contar a eles sobre Londres.
Ela os leva ao apartamento de Jekyll, onde ele a repreende por se apresentar com seu nome verdadeiro. Ela o ignora, já que eles não estão em uma guerra normal do Santo Graal. Eles então explicam a Ritsuka e Mash como se tornaram parceiros quando o Nevoeiro Demoníaco desceu sobre Londres. Depois que Jekyll explica as circunstâncias de Londres, ele envia Ritsuka, Mash e Mordred para proteger um de seus colaboradores, Victor Frankenstein.
Saindo do apartamento, Mordred fica desanimado e deixa quando acaba de voltar. Enquanto leva Ritsuka e Mash à mansão de Victor, ela explica como Jekyll tem colaboradores por toda a cidade e conversa diariamente com eles via rádio. Mash logo pergunta a ela sobre suas motivações para lutar por Londres. Mordred responde que ela está aqui para enfrentar os perigos do amado Londinium de seu pai., Como ela disse antes. Ela então confessa que é porque ela não violou o britânico quando Mash suspeita que havia outro motivo. O grupo finalmente chega à mansão do Victor. Mordred explica que Victor é um mago genuíno, ao contrário de Jekyll, então sua guarnição é protegida por barreiras e armadilhas capazes de prejudicar Servos. Ela se lembra de ter tido uma experiência ruim quando checou a mansão pela primeira vez. Mefistófeles então sai das mansões, e Mordred suspeita corretamente que ele matou Victor. Depois de matá-lo, o grupo vasculha a mansão e encontra uma nota em sua biblioteca detalhando uma trama chamada Project Demonic Fog. Os líderes do projeto são "P", "B" e "M", que Victor suspeitava serem Espíritos Heroicos. Mordred então mostra Ritsuka e Mash Frankenstein, que ela encontrou anteriormente. Como os outros, ela não pode dizer se Frankenstein é um Servo ou não, suspeitando que o Nevoeiro Demoníaco esteja interferindo. Ela então explica que é um humano artificial construído pelo avô de Victor, de acordo com a nota em seu caixão. Frankenstein revela que ela ainda está viva. O grupo então a leva para o apartamento de Jekyll.
De volta ao apartamento, Mordred exige que Jekyll se desculpe com Frankenstein por incomodá-la por tocá-la durante sua inspeção. Ela concorda com Mash que Frankenstein aceita as desculpas de Jekyll se ele entendeu o desconforto dela. Ela então ameaça matá-lo quando ele se pergunta se ela e Mash podem entender Frankenstein porque são do mesmo sexo. Jekyll então envia o acordo do grupo com um Tomo Mágico que está entrando em prédios e atacando civis.
Deixando Frankenstein para trás, Mordred lembra-se de lutar contra Espécies Fantasmas, pois os Cavaleiros da Távola Redonda eram uma das expectativas que podem matar fantasmas. Ela também lembra os pictos, comparando-os com alienígenas em contraste com os outros bárbaros. Ela então luta com Mash para endurecer sua determinação. Jekyll finalmente entra em contato com o grupo para informar que o Tomo Mágico está colocando suas vítimas em um sono sem fim. Mordred se pergunta se é feito por magia ou droga, embora nenhum deles deva ser afetado graças a Ritsuka sendo protegida pela Habilidade de Resistência a Venenos (Temporária), e Mordred sendo principalmente protegido por sua Resistência Mágica. Jekyll então os direciona para uma livraria de antiguidades no Soho, onde um de seus informantes deveria estar. Lá eles encontram Hans Christian Andersen, e ele informa que o Tomo está no escritório ao lado. Decidindo que é muito perigoso lutar dentro de casa, o grupo o atrai para fora. Seus ataques são inúteis quando Andersen revela que é um Servo Vadio colocando as pessoas em um sonho em busca de um Mestre cuja psique possa tomar forma. Ele o chama de Nursery Rhyme, transformando-o em uma garota chamada Alice. Depois de derrotá-la, o grupo retorna ao apartamento de Jekyll, agora acompanhado por Andersen.
Jekyll diz ao grupo que a Scotland Yard está sob ataque de Jack, o Estripador. Mordred lembra como eles lutaram várias vezes, mas ela não se lembra de sua aparência ou habilidades. Antes de sair com Ritsuka e Mash, ela pergunta a Andersen se ele facilita Jack a derrotar, como fez com Nursery Rhyme. Andersen responde que Nursery Rhyme foi uma exceção, então Mordred sai irritado com ele. O grupo finalmente chega à Scotland Yard para encontrar Jack que já massacrou a estação sob ordens de "P" para que ele pudesse recuperar um item mágico. Eles matam Jack, mas "P" se teletransporta de volta para seus compatriotas.
De volta ao apartamento, o grupo aprende com Andersen que os Servos estão se materializando com o nevoeiro. Como Servo não pode ser convocado com a influência do Graal, ele suspeita que o nevoeiro tenha sido criado pelo Graal. Mordred então patrulha, então Ritsuka e Mash se juntam a ela. Ela lembra que ainda não encontrou grupos de Helter Skelter, que é o único inimigo que ela gosta de lutar. Ela também espera que eles encontrem oponentes dignos hoje à noite. O grupo logo conhece William Shakespeare, que recentemente se materializou da neblina. Mordred contempla por que alguns servos do nevoeiro são hostis quando "P" chega. Ele admite que seu grupo tem procurado os Servos que se materializaram da neblina e os manipularam para expandir a neblina. Ele revela que seu nome verdadeiro é Paracelsus von Hohenheim e luta contra o grupo. Depois de matar Paracelso, o grupo retorna ao apartamento de Jekyll, acompanhado por Shakespeare.
Na manhã seguinte, Ritsuka, Mash e Mordred estão em patrulha. Eles finalmente retornam ao apartamento para descansar um pouco. Eles relatam a Jekyll sobre a produção em massa de Helter Skelters. Ele suspeita que o Projeto Demonic Fog está aumentando seus esforços para conseguir mais Servos do nevoeiro após a morte de Paracelso. Mordred diz a Ritsuka e Mash para conversar com Andersen e Shakespeare até que sua curiosidade seja satisfeita. Ela então diz que eles precisam desativar os Helter Skelters. Andersen então pede que eles recuperem dados da Torre do Relógio para provar sua teoria sobre a Guerra do Santo Graal. No entanto, Mordred e Jekyll revelam sua entrada, o Museu Britânico, foi destruído antes da chegada da Caldéia. No entanto, o chefe do grupo juntou-se a Andersen, Shakespear e Jekyll para surpresa de Mordred.
Chegando ao Museu, o grupo vasculha seus escombros para encontrar a entrada subterrânea da Torre do Relógio. Eles o encontram e vão para baixo para encontrar os magos mortos. Eles logo se deparam com uma porta da biblioteca protegida, então Andersen e Jekyll investigam dentro enquanto os outros guardam a porta. Os feitiços nos livros impedem que eles saiam com eles, então os outros devem defendê-los até Andersen obter as informações que ele procura. Jekyll se transforma em Hyde para ajudá-los a lutar. Andersen finalmente encontra os dados que procurava, então o grupo retorna ao apartamento.
De volta ao apartamento, Andersen revela que o Ritual de Convocação de Servos foi adaptado de um que convoca sete dos espíritos heroicos mais fortes para combater um inimigo poderoso. Ele suspeita que alguém tenha previsto a vinda do grupo e colocou as informações sobre o ritual para encontrar. Mordred acha que nada disso ajudará contra a produção em massa dos Helter Skelters. De repente, o apartamento é atacado por um grupo de Helter Skelters. Depois de expulsá-los, Romani informa ao grupo que os robôs foram criados a partir de um nobre fantasma. Ele também revela que eles são controlados remotamente pelo Servo que os chamou, o que significa que desaparecerão se o Servo for morto. Enquanto o grupo pondera a localização da Serva, Frankenstein revela que ela sabe onde elas estão.
Enquanto Frankenstein lidera o grupo, Mordred pergunta a Ritsuka se Romani (chamando-o de Dr. Maron) pode fazer um cristal que enxerga longe, dizendo que seria fácil para Merlin. Ela está bastante satisfeita que Ritsuka não saiba sobre Merlin, acreditando que a perda da fama é o que ele merece. Ela sabe que ele está preso em sua torre em Avalon e lembra que ele era um bastardo voador. Ela então diz a Ritsuka para conversar com Mash, percebendo que ela parece deprimida. Mash confessa que é porque ela ainda não pode usar seu verdadeiro Noble Phantasm, mas Mordred diz que ela é diferente daquele bastardo do escudo. Ela diz que é mais forte que ele, só que fica aquém no que diz respeito ao Noble Phantasm. Ela diz que Ritsuka é o parceiro perfeito para Mash e diz que eles precisam se tornar um mestre de primeira classe para ser um servo de pleno direito. [23] O grupo finalmente chega às Casas do Parlamento, onde são atacados por um grupo de Helter Skelters comandado por um grande grupo. Mordred protege Frankenstein enquanto Ritsuka e Mash lutam com os Helter Skelters. Com a destruição do grande, os outros Helter Skelters de repente se enfrentam. Mash então tira fotos do grande Helter Skelter, a pedido de Romani. Ela percebe o nome do fabricante, ausente dos outros, que diz "Charles Babbage, 1888 dC".
Na manhã seguinte, Jekyll diz ao grupo que Charles Babbage está vivo, apesar dos registros históricos da Caldéia dizendo que ele deveria estar morto agora. Romani atribui isso às distorções criadas pela Singularidade, resultando na mudança de eventos. Assim, os mortos ainda vivem e não existem como Espíritos Heroicos, como Jekyll e Frankenstein. Jekyll revela que os Helter Skelters que foram completamente desligados foram todos reativados. O grupo sai para derrotar aquele que controla os Helter Skelters.
Eles seguem a liderança de Frankenstein novamente, mas Mordred logo suspeita que os esteja enganando dessa vez. Frankenstein admite que não acredita que Babbage esteja construindo os Helter Skelters para machucar os outros. Mordred a convence a levá-los até ele, dizendo que suas ações agora contradizem a crença dela em sua boa natureza. Ela os leva a Babbage, que revela que ele é "B" do Projeto Nevoeiro Demoníaco e um Servo que emergiu do nevoeiro. Mordred diz a ele para ouvir o que Frankenstein tem a dizer. Babbage se prepara para se render quando fica furioso com o grupo devido a "M" usando o Graal. Mordred diz a Frankenstein que suas palavras são inúteis, dizendo que às vezes as conversas terminam em brigas. Depois que ele é derrotado, Babbage diz ao grupo para ir para o subsolo, onde eles encontrarão a fonte do Nevoeiro Demoníaco: seu Mecanismo a Vapor Maciço, alimentado pelo Santo Graal, Angrboda. Depois que Babbage desaparece, o grupo retorna Frankenstein ao apartamento de Jekyll antes de seguir para o subsolo.
Eles seguem a liderança de Frankenstein novamente, mas Mordred logo suspeita que os esteja enganando dessa vez. Frankenstein admite que não acredita que Babbage esteja construindo os Helter Skelters para machucar os outros. Mordred a convence a levá-los até ele, dizendo que suas ações agora contradizem a crença dela em sua boa natureza. Ela os leva a Babbage, que revela que ele é "B" do Projeto Nevoeiro Demoníaco e um Servo que emergiu do nevoeiro. Mordred diz a ele para ouvir o que Frankenstein tem a dizer. Babbage se prepara para se render quando fica furioso com o grupo devido a "M" usando o Graal. Mordred diz a Frankenstein que suas palavras são inúteis, dizendo que às vezes as conversas terminam em brigas. Depois que ele é derrotado, Babbage diz ao grupo para ir para o subsolo, onde eles encontrarão a fonte do Nevoeiro Demoníaco: seu Mecanismo a Vapor Maciço, alimentado pelo Santo Graal, Angrboda. Depois que Babbage desaparece, o grupo retorna Frankenstein ao apartamento de Jekyll antes de seguir para o subsolo.
Viajando no subsolo, o grupo finalmente chega à câmara de Angrboda. Lá eles encontram Makiri Zolgen, o primeiro líder do Projeto Demonic Fog. Makiri revela que o Nevoeiro Demoníaco foi criado para destruir toda a Inglaterra, como comandado por seu rei. Ele continua um Espírito Heroico capaz de ativar completamente o Nevoeiro Demoníaco em breve se materializará do Nevoeiro. Ele então se encarna em Barbatos e ataca o grupo. Depois que Barbatos é derrotado, Makiri tenta convocar um Servo, mas Mordred o mata antes que ele possa terminar o encantamento. No entanto, servindo como o círculo de convocação e o encantamento restante, a Névoa Demoníaca completa o ritual. [25] Nikola Tesla é convocado e segue para a superfície, enquanto o grupo permanece inconsciente da explosão maciça de Energia Mágica após sua convocação. Depois que eles acordam, Romani avisa que Tesla está indo para um local na superfície para ativar completamente o Nevoeiro Demoníaco, para que possa se espalhar pela Inglaterra para destruir a época. Ele explica ainda a linha extra de Makiri para Madness Enhancement durante a convocação, que Tesla executou automaticamente a tarefa para a qual foi convocado. Depois de derrotar os homúnculos que os emboscaram, o grupo logo alcançou Tesla. Ele revela que o nevoeiro ativado absorve energia mágica sem limites, impedindo que o grupo o alcance. Mordred dispersa o nevoeiro quando absorve seu Clarent Blood Arthur. O grupo aproveita essa oportunidade para combater Tesla, mas o nevoeiro logo volta. Antes de continuar na superfície, Tesla diz ao grupo que está indo para onde a névoa é mais espessa, o céu acima do Palácio de Buckingham. Ele explica que um raio dele ativará totalmente o nevoeiro e implora que eles o parem antes dele.
O grupo corre para a superfície e encontra Sakato Kintoki e Tamamo no Mae, que recentemente lutaram com Tesla. Kintoki diz a eles que dispersou a neblina ao redor de Tesla, então o grupo correu pelas escadas dele para matá-lo. Depois de matar Tesla, eles se preparam para retornar à clandestinidade para remover o Graal de Angrboda. No entanto, eles são interrompidos quando Artoria Alter de repente se materializa da neblina, absorvendo-a enquanto ela se materializa. Mordred se pergunta por que ela não chegou para salvar Londres mais cedo. Ela então suspeita que veio matá-la porque é contra a idéia de salvar Londres. Vendo que ela exerce a Rhongomyniad, Romani implora para que o grupo corra, mas Mordred se recusa, já que seu destino é se rebelar contra o rei Arthur. Depois que o grupo mata Artoria Alter, eles retornam à câmara de Angrboda para remover o Graal.
Dentro da câmara, Mordred está satisfeito com o resultado. Porém, ela ameaça matar Mash quando disse que Artoria Alter não tinha controle consciente de suas ações. Ela decide não fazer isso, já que Mash estava apenas falando o que pensava, a mesma coisa que ela disse a Frankenstein. Andersen, Shakespeare, Kintoki e Tamamo logo chegam; Mordred ameaça matar os dois escritores por ser irritante. No entanto, uma figuras misteriosas de uma distorção semelhante ao Rayshift. Ele expressa decepção em Gilles de Rais, Romulus, Jason e Tesla por seus fracassos. Ele então revela que é a mente por trás da Incineração da Humanidade, Salomão. Mordred suspeita que ele é um Espírito Heróico que decidiu destruir a humanidade depois de ser convocado. Salomão corrige, porém, que ele se manifestou sob seu próprio poder. Ele revela que o anel de luz visto nos céus das Singularidades é seu terceiro fantasma nobre, Ars Almadel Salomonis. Por seu interesse em Mash, ele convoca apenas quatro dos Deuses Demônios e ataca o grupo. O grupo mata um dos deuses demônios, no entanto, Salomão mata Shakespeare, Kintoki e Tamamo. Mash implora aos romani que os desloquem para casa, mas a presença de Salomão torna isso impossível. Salomão declara que ele supera todos os Servos, independentemente de suas fileiras, como Espíritos Heroicos. Ele então tenta matar Mordred, mas Andersen bloqueia seu ataque. Andersen explica que o sistema de convocação do Espírito Heroico original criado pela Força Contra os convoca como Grandes Servos para proteger a humanidade de uma ameaça nascida da humanidade. Salomão confirma que o sistema usado na Guerra do Santo Graal é uma degradação do original. Ele então declara que ele é o Grand Caster e mata Andersen. Mordred detesta sua vanglória, suspeitando que ele esteja realmente em pânico porque Ritsuka já recuperou quatro de seus Grails. Salomão confessa que só chegou à Singularidade por um capricho e se prepara para sair. Ele proclama que a Caldéia não é uma ameaça para ele, a menos que destruam sete singularidades. Ele então chama os seres humanos sem valor para viver, apesar de suas inevitáveis ​​mortes e folhas. Voltando à superfície com Ritsuka e Mash, Mordred está insatisfeito, apesar de terem recuperado o Graal. Ela odeia que não pode ir com eles, mas entende que desaparecerá agora que a Singularidade se foi. Ela admite que Salomão estava certo de que os Espíritos Heroicos são inúteis, a menos que sejam convocados. Ela então diz que em todas as épocas, quem constrói é quem está à beira do futuro. Portanto, ela está confiante de que Ritsuka desfará a Incineração da Humanidade. Ela então diz a Mash que ela gosta dela, mesmo que ela não goste do Espírito Heroico fundido com ela. Ela suspeita que eles se encontrarão novamente, depois desaparece satisfeita até mesmo alguém como ela salvou Londres.
Chaldea Summer Memories ~ Calmante Praia Branca ~
Mordred e vários outros servos de Ritsuka são acidentalmente deslocados para uma ilha remota onde não conseguem entrar em contato com a Caldéia. Ela não sabe onde eles estão e lança um olhar de soslaio para Artoria Pendragon, que reconhece que não está na Grã-Bretanha. Enquanto o grupo espera que Barba Negra relate sua observação da ilha, Mordred reclama do calor, dizendo que sua armadura não é de praia. O grupo logo aprende com um Barba Negra moribundo que sua localização ainda é desconhecida, e é quase impossível sair com um navio normal. Concordando com a sugestão de Artoria de deixar a ilha para entrar em contato com a Caldéia, o grupo decide construir um navio capaz de deixar a ilha. Mordred reclama novamente de como está quente em sua armadura quando os caranguejos gigantes se aproximam da posição do grupo. Artoria a repreende por usar armaduras pesadas para intimidar o inimigo. Mordred fica irritado com o comentário de Artoria de que sua reputação como cavaleira não vai além do negativo, mesmo que ela troque de armadura adequada ao seu corpo. Depois de matar os caranguejos, as origens espirituais do grupo são alteradas por Scáthach para lhes dar roupas de banho, a fim de se adaptarem ao seu ambiente atual. Mordred se orgulha de ser mais forte que Artoria, agora ela pode balançar sua espada com mais facilidade. Ela fica chocada quando Artoria puxa uma pistola de água do nada como se não fosse nada. Com ciúmes da arma de Artoria é tão verão, ela pega Prydwen. O grupo vai reunir materiais para Scáthach construir seu navio de fuga e também construir outras instalações.
Mais tarde, o grupo discute qual deveria ser sua primeira tarefa na vida da ilha quando uma tempestade de repente se aproxima. Eles entram em uma pequena caverna avistada por Mordred para escapar da chuva, mas acabam devido a um enorme enxame de insetos. Fora da caverna, o grupo decide que precisa construir uma cabana para se abrigar. Mordred sugere que construam uma cabana de ferro para maior defesa do que a cabana de pedra que Artoria sugeriu. Ela fica brava com Artoria por fingir não ouvir sua sugestão. Se a cabine de ferro for construída, Mordred entra apenas para sair imediatamente devido ao calor excessivo. Ela não se importa se é habitável ou não, apenas se é defensável. Ela então nade depois de dizer a Ritsuka que eles estarão a salvo de qualquer ataque dentro da cabine, embora não do calor. O grupo constrói um suprimento de água para preservar a água doce que coletar.
Cansado de churrasco, o grupo decide construir uma instalação de cozinha adequada. Mordred gosta do som de comer pizza, mas reclama que é uma dor de assar. Ela então sugere que eles façam uma panela grande, dizendo que quantidade é o que é importante. Se a panela for construída, ela ficará encantada ao vê-la cheia de ensopado. Ela começa a se lembrar de algo que Artoria costumava fazer durante sua vida, mas se detém. Ela então afirma que o desempenho de um soldado é afetado pela quantidade de estômagos, para que um exército se desfaça se for deixado sem comida. Assim, ela acredita que a quantidade é o mais importante quando se trata de comida. Em seguida, o grupo decide construir uma instalação de banho. Mordred concorda com a sugestão de Anne Bonny e Mary Read de que eles construam um chuveiro. Se o chuveiro for construído, ela toma banho, apenas para imediatamente surfar novamente. Posteriormente, o grupo decide cultivar um campo vegetal para um suprimento estável de alimentos. Mordred sugere o cultivo de melancias, com as quais Scáthach e Artoria concordam. Se as melancias são escolhidas, os três fazem uma competição de divisão de melancia. Mordred falha em direcionar Scáthach na direção errada, enquanto tenta direcionar Artoria na direção certa. Ela afirma que está levando na direção errada, quando Artoria diz para ela calar a boca por distraí-la. Depois que Artoria usa Mana Burtst para dividir a melancia, Mordred fica surpreso com o quão excessivamente competitiva ela é. Ela tenta fazer a mesma coisa, mas destrói a melancia. Mais tarde, o grupo construiu um campo de grãos que pode ser usado para cozinhar ingredientes. Depois, eles constroem uma fazenda para criar gado. Se uma fazenda de gado é construída, Mordred tenta pegar a carne que Scáthach e Artoria estão preparando, apenas para ser golpeada por eles.
Alguns dias depois, Artoria, Mordred, Kiyohime e Marie Antoinette aprendem com Scáthach que suas colheitas foram destruídas por uma fera, conforme determinado pelo uso de Fintan Finegas por Fionn mac Cumhaill. Mordred pensou, no entanto, que seria apenas ela e Artoria em patrulha. Infelizmente, o grupo encontra Fionn e Diarmuid Ua Duibhne, que serviram de vigia na noite anterior, fatalmente feridos. Artoria descobre pelo Diarmuid moribundo que seu atacante era um javali quando um leitão de javali. Mesmo que Marie acredite que é inocência, o outro tenta cercá-lo e matá-lo, dadas as evidências. No entanto, ele foge ao sentir monstros que chegam. Depois de matar os monstros, Artoria ordena que os outros se separem e procurem o leitão de javali. Mordred reclama que Artoria trabalha demais com as pessoas, dizendo que não entende os sentimentos das pessoas. Ela decide voltar e alegar que não encontrou nada quando encontrou o leitão de javali nos arbustos. Ignorando as ordens de Artoria, ela abraça o leitão para sentir seu pêlo macio. Ela então deixa as nozes que conseguiu de Marie para atraí-lo, alertando-o para não voltar aos campos. Mais tarde, naquela noite, ela se reúne novamente com os outros nas lavouras agora reunidas por Santa Marta, Tamamo no Mae e Anne e Mary. O grupo encontra o leitão junto com outros dois tentando proteger as plantações quando um javali demoníaco aparece. Percebendo que é o verdadeiro culpado, o grupo luta contra o javali demoníaco. Depois de morto, Mordred suspeita que os leitões ajudaram porque Marie lhes deu comida. Ela também suspeita que o javali demoníaco os tenha impedido de comer. Marie percebe que eles também gostam dela, mas Mordred nega e diz para eles irem embora. Depois que Scáthach contrata os leitões para proteger as plantações, Artoria suspeita que eles encontrarão mais javalis demoníacos, dado o tamanho da ilha.
No dia seguinte, o grupo decide construir um caminho. Mordred sugere uma pista de minecart, dizendo que ela não é apenas convinente, mas também divertida. Mais tarde, o grupo decide construir um aqueduto para melhorar sua eficiência no armazenamento de água. Mordred sugere que eles construam um oleoduto, reclamando que as idéias dos outros não têm romance. Se o pipeline for escolhido, ela orientará Ritsuka na instalação da última peça. Em seguida, o grupo decide construir uma ponte para facilitar a viagem para Ritsuka. Mordred afirma que ela e Artoria tiveram a mesma idéia de construir uma ponte levadiça, de modo que, como contrapartida, ela sugere um teleférico. Se o teleférico for construído, ela, Martha, Anne e Mary correm com os teleféricos. se o drawbrige for construído, ela o arranha com Prydwen. Ela nega qualquer responsabilidade e também pede desculpas silenciosamente a Artoria. Mais tarde, o grupo construiu um jardim. Depois eles decidem construir um local para atividades recreativas. Depois eles decidem construir um local para atividades recreativas. Se o coliseu for construído, Mordred espera impaciente sua vez de lutar. Se o campo de atletismo é construído, ela bate uma bola contra uma parede sozinha. Artoria, com certa relutância, permite se juntar à equipe de Ritsuka, dizendo-lhe para não se segurar.
Mais tarde, Mordred vai surfar depois de fingir que não gosta de compartilhar o mesmo espaço que Artoria. Mais tarde, ela dá a Ritsuka uma prancha de madeira que ela fez, alegando que elas pareciam inveja dela. Acreditando que o surf no rio era mais adequado para iniciantes, ela os trouxe e Mash, para quem também fez uma prancha. Ela confessa que gosta de surfar, porque ir contra o fluxo das ondas combina com seu caráter traiçoeiro. Ela compara a diversão de lidar com as ondas a um cavaleiro andando a cavalo ou cortejando uma mulher, pois quanto maior o desafio, maior o valor conquistado. No entanto, o grupo percebe miasma fluindo rio abaixo, então eles vão rio acima para encontrar os javalis demoníacos responsáveis. Depois de matá-los, o grupo volta para deixar Scáthach e os outros removerem o veneno. Mordred nega que tenha gostado de Ritsuka assistindo-a surfar.
Mais tarde, o grupo decide construir uma torre com vista para a ilha. Mordred esboça rapidamente seu projeto para a torre. Se sua torre é construída, ela elogia por ter a aptidão de ser um rei e uma artista. Ela comenta que o design quebrado da torre simboliza o espírito rebelde da humanidade. Em seguida, o grupo decide expandir sua cabine; Mordred sugere construir uma fortaleza voadora. Se a fortaleza voadora for construída, ela demonstra seus sistemas de segurança, nos quais Cú Chulainn, Sasaki Kojiro e Karna são pegos. Ela então confessa que seu foco na defesa absoluta é porque ela precisa proteger Ritsuka a todo custo. Ela então sugere ir à praia quando Mash aponta que a fortaleza está quente demais para morar. Mais tarde, o grupo se prepara para construir uma estátua quando chegarem aos preparativos finais para o navio de fuga. No entanto, enquanto eles se preparam para construí-lo, um javali gigante aparece. Depois de forçar a retirada, o grupo continua construindo seu navio e estátua. Se uma estátua de Mordred é feita, ela parabeniza por completar o desenvolvimento da ilha fazendo uma estátua dela.
No dia seguinte, a construção do navio de fuga está completa quando o gigante demônio javali. O grupo então luta para proteger os leitões-javali. Porém, sua estância é tremenda, e cobra da nave que a destrua. No entanto, os leitões formam uma parede para protegê-lo quando se machucam. Depois de derrotar o javali gigante, o grupo e os homens embarcam no navio. Mordred está um pouco preocupado que demore muito tempo para que eles possam entrar em contato com a Caldéia, enquanto zarpam.
Chaldea Heat Odyssey ~ Civilização em evolução ~
Enquanto o grupo continua a navegar, Mordred é atacado por Scáthach por chamá-la de velha. Eventualmente, o grupo chega a terra para encontrar um terreno baldio desolado. Mordred diz que encontra comida depois que Artoria menciona que seus espíritos morrerão primeiro ou Ritsuka morrerá de desnutrição. O grupo então ouve um grito de socorro, e eles ficam surpresos que isso esteja vindo de um leitão de javali. Eles matam o Servo das Sombras atrás dele, que se revela um javali demoníaco disfarçado. O leitão de javali chama as deusas do grupo e pede que salvem este mundo.
O grupo é liderado pelo leitão às ruínas de uma cidade. Eles encontram o chefe de leitão de javali que os agradece por salvar seu neto depois de ouvir suas circunstâncias. Eles ficam chocados quando descobrem que os edifícios eram de uma civilização avançada construída pelos leitões de javali. Infelizmente, isso chegou ao fim com a chegada dos javalis demoníacos e dos Servos Sombrios, cinquenta anos atrás. O grupo então aprende com o chefe de uma lenda em seu clã cerca de nove deusas chamadas Nove Irmãs, que deram civilização aos leitões de javali. Dizia-se que as deusas assumiam a forma humana, então o neto do chefe assumiu que o grupo era elas. O grupo decide reconstruir a ilha em troca da ajuda do pigelt de javali. Mordred alerta os leitões que Artoria pode comê-los depois que este se perguntou se os leitões que o Tamamo deveriam comer.
Mais tarde, o grupo começa a reconstruir a civilização do leitão de javali. Mordred se junta à equipe de busca de Scáthach no litoral para a chance de surfar. Depois de destruir alguns autômatos, a equipe de busca encontra um javali gigante protegendo uma árvore. Depois de matar o javali demoníaco, o grupo chega à costa, onde encontra os restos quebrados da estátua que construiu antes. Scáthach revela que eles coincidiram navegando de volta para a mesma ilha, sem saber que 2.000 anos se passaram a um ritmo incrível. Ela ainda revela que o tempo não progride normalmente na ilha, o que significa que uma hora seria diferente lá fora. Ela continua que era uma terra relativamente pacífica onde os leitões dos javalis viveram até a Caldéia chegar. O grupo então volta para os outros e conta o que descobriram. Eles também percebem que são as deusas adoradas pelos leitões de javali. O grupo decide não deixar a ilha de navio novamente, pois Scáthach aponta outros mil anos para a ilha e os leitões de javali podem ser extintos. Eles então decidem que precisam descobrir por que o espaço-tempo da ilha está distorcido, à medida que continuam a reconstruir a ilha e fazer contato com a Caldéia. Eles também se encontram com Cú Chulainn, que recentemente voltou de ser jogado ao mar do navio do grupo. Mais tarde, eles descobrem que Beowulf está na ilha, mas como um inimigo. Mordred o chama de bandido, decepcionado por ela não estar lá para encontrá-lo.
Mais tarde, Mordred se junta a Ritsuka, Mash, Scáthach e Artoria em busca da caverna onde dorme Caster, que deu eletricidade aos leitões há 2000 anos. Perto da caverna, o grupo luta contra os javalis demoníacos que a cercam. Dentro da caverna, eles encontram ainda mais javalis demoníacos. Mordred está irritado com a boa natureza inerente de Mash, mas Artoria defende Mash. Ela é insultada quando é comparada a um coquetel barato. Enquanto Artoria e Scáthach discutem sobre o equilíbrio de ordem e caos, Mordred insiste continuamente que ela não fez nada de errado. Ela também culpa o pensamento rígido de Artoria por que Lancelot enlouqueceu. Depois de matar os javalis demoníacos que antes passavam despercebidos, ela continua a insistir que não fez nada de errado depois que Artoria e Scáthach se desculparam. No entanto, ela admite que fez tudo errado quando Ritsuka concorda que não fez nada errado e pede desculpas. Artoria ordena que ela faça 100.000 flexões como quando retornam como punição, o que aparentemente é 900.000 menos que o normal. O grupo então encontra um Servo desconhecido e luta com ele e seus robôs. Depois de derrotá-lo, ele revela ser Thomas Edison, que acabou de acordar de sono criogênico. Mordred acha que Artoria está em guarda diante de um rei rei, sem saber que ela está realmente apaixonada pelo rosto de leão de Edison. O grupo segue Edison do lado de fora quando descobre que a civilização dos leitões que ele ajudou a criar está em ruínas. Mordred está chocado com a ameaça de Edison de enviar os javalis demoníacos para a fábrica de empacotamento de carne. Ela esperava que Artoria confirmasse pessoalmente a identidade de Edison.
Mais tarde, o grupo procura a caverna dos javalis demoníacos, supondo que eles tenham o Graal. Depois de algumas brigas, eles dirigem a caverna. Eles o acham guardado pela massa de javalis demoníacos, então Mordred sugere que ela atravesse a linha de frente dos javalis para permitir que Ritsuka, Scáthach e Edidon entrem na caverna enquanto os outros lutam. Ela então intenciona o plano desencadeando seu Noble Phantasm na linha de frente dos javalis. Depois que a fonte dos infortúnios do leitão, Twrch Trwyth, é derrotada, o grupo se prepara para escapar da ilha através do dispositivo de Edison. Mordred descobre com Sasaki que ele e Karna estavam hospedados em Beowulf. O grupo então foge da ilha quando é contatado por Romani, que revela que eles só saíram por uma hora, e retornam à Caldéia.
SIN: Terra do Conhecimento Unificado
Mordred é convocado com Spartacus e Jing Ke quando outro contêiner é lançado de Xianyang. Ela concorda com Spartacus que eles precisam lutar juntos, observando como Artoria ajudou Caldéia várias vezes antes. Ela não sabe quem é Qin Shi Huang e pensa que é o menor imperador romano. O grupo então força Hinako Akuta e o príncipe de Lanling a recuar quando emergem do container. [34] Mais tarde eles matam Jotun do Cinturão Nórdico Perdido. Mordred notou que alguns fugiram, suspeitando que eles tenham um ninho em algum lugar. Ela sugere encontrá-lo e destruí-lo, uma vez que a vila é totalmente indefesa. Ela fica atrás de Nezha e Leonardo da Vinci, enquanto os outros vão encontrar o ninho de Jotun e investigar o Cinturão Perdido. Ela brinca sobre ela e Nezha encontrando e matando Hinako. Depois que os outros retornam, ela diz a Goldolf Musik para não se importar com o comportamento de Spartacus em relação aos moradores. Quando outro contêiner é lançado de Xianyang, ela o destrói com Clarent Blood Arthur. No entanto, Xiang Yu emerge de seus remanescentes e ataca o grupo. Ele sai com Langling quando o último vem buscá-lo. Mais tarde, Mordred pondera sobre sua força, notando que estava constantemente alerta para evitar lacunas em suas defesas. Ela não acredita que ele ajudaria o Qin depois de ouvir que ele se rebelou contra eles na História adequada. Da Vinci então relata que um exército está se aproximando de veículo, então o grupo vai interceptá-lo. Eles lutam contra Lanling e Xiang Yu quando Qin Liangyu e seu exército chegam, ordenando que ambos os lados se retirem. Qin Shi Duang então fala com eles através das vibrações do escudo de Mash depois de disparar um feixe magnético de foco nele. Ele concorda em entregar Tamamo Vitch se eles concordarem em deixá-lo examinar a Fronteira das Sombras, então o grupo concorda de forma relutante. Depois que ele examina a fronteira das sombras, o grupo percebe que a construção em Xianyang é sua verdadeira forma.
Mais tarde naquela noite, Mordred conversa com Spartacus depois de perceber que ele não é o seu habitual. Ela lembra que o Lostbelt é um mundo onde a guerra foi eliminada. Ela então fica confusa quando ele pergunta se eles têm o direito de estar aqui. Mais tarde, Da Vinci e Sherlock Holmes tentam convencê-la, Spartacus e Jing Ke a continuar sua trégua com Qin até que Hinako seja derrotada. Ela aceita o plano, pois era algo que costumava discutir com Agravain. Ela diz a Spartacus para suportar quando ele discorda do plano. Mais tarde, o grupo notou que Spartacus levou vários moradores para marchar em direção à capital. Mordred desaconselha o uso de um Feitiço de Comando contra ele, pois, embora o prenda, não conquistará sua obediência. Ela então pede a Ritsuka para deixá-la convencer Spartacus a parar. Ela explica que fará isso derrotando-o na submissão. Depois que Jing Ke decide se juntar, Mordred diz a Nezha para guardar a fronteira das sombras. Ela, Ritsuka, Mash e Jing Ke logo alcançam Spartacus e os moradores. Eles lutam com ele quando Nezha chega para relatar que Qin Liangyu roubou a fronteira das sombras. Sherlock deu a Nezha o Spirtiual Foundation Graph, e teve sua fuga. Qin Shi Huang ordena a Xiang Yu que mate o grupo depois de saber que eles ensinaram poesia aos aldeões, porque ele prefere que eles sejam pacificamente ignorantes. A luta de grupo contra ele quando Hinako e Lanling chegam. Os dois grupos lutam um pouco quando Qin Shi Huang repentinamente faz Hinako, Lanling e Xiang Yu recuarem. Ele lançou uma carga útil da Grande Muralha em direção à localização atual do grupo, e ela chegará em três minutos. Mordred pega Spartacus depois que o detém com um Cronista sobrecarregado. Ela fica irritada por ele chamá-la de homem, mas se recusa a bater nele em sua condição atual. Depois que ele desaparece, o Spirtual Foundation Graph reage à linha ley conectando-se ao Trono dos Heróis.
Jing Ke sugere que eles se separem nos três grupos; um para perseguir a fronteira das sombras e dois para levar os aldeões para algum lugar não observável para Qin Shi Huang. Ela designa Mordred e Nezha para escoltar os moradores, enquanto ela vai com Ritsuka e Mash para perseguir a fronteira das sombras. Depois que Mordred e Nezha terminam, eles se escondem e esperam perto de Xianyang até que todos estejam juntos antes de atacar a capital. Mordred diz que o plano está cheio de buracos, mas observa que é mais flexível por causa disso. Ela diz aos moradores que não é culpa deles que eles precisam sair, pois é assim que a guerra é para os civis. Ela concorda com o garoto, que se uniu a Spartacus, que agora experimentam a liberdade, algo que ela diz que vale a pena morrer. Mordred e Nezha então escondem os aldeões em uma caverna com provisões.
Os dois mais tarde redevos com os outros estavam indo para Xianyang, junto com Chen Gong, Red Hare e Vitch. Ela permite que Vitch ajude, pelo menos até que o último trai. Eles logo chegam à capital e matam Qin Liangyu. Enquanto viajam pela área residencial, Mordred fica preocupado com o Palácio de Epang caindo sobre eles. O grupo entra no departamento tecnológico do palácio para encontrar a fronteira das sombras lá. Eles lutam contra os soldados de Han Xin, seus comandos os fortalecendo. O capitão da guarda, Li Shuwen, chega para ajudar Han Xin. Depois de alcançar a vitória, o grupo leva a Borda das Sombras para a Árvore Fusang. Eles chegam ao tesouro quando são confrontados por Xiang Yu e Hinako, que anteriormente revelaram sua verdadeira identidade como Yu Miaoyi. A Árvore Fusang é revelada como o Mayall da Árvore da Fantasia. Depois que Xiang Yu e Yu Miaoyi são derrotados, Mordred se vangloria de como ela vai vencer as previsões de Xiang Yu toda vez. Vitch então ativa Mayall, revela que estava dentro da Árvore Fusang. Vitch então se teleporta para longe, e o Palácio de Epang cai. Qin Shi Huang aparece das ruínas agora em forma humanóide e luta contra o grupo para ver cujo mundo continuará. Depois que ele é derrotado, Mordred diz que ela ajudará idiotas como Ritsuka sempre. Qin Shi Huang confia o futuro à Caldéia, mas Xiang Yu rejeita sua decisão. Apesar de suas feridas, ele luta contra o grupo. Lamentando loucamente sua morte, Yu Miaoyi permite que Mayall a absorva. Mayall desperta completamente, e Qin Shi Huang ajuda a destruí-lo. Depois que Yu Miaoyi, Cheng Gong e Red Hare desaparecem, Mordred decide ficar com os outros até que eles deixem o Cinturão Perdido.
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2020.07.16 16:48 0TW9MJLXIQ Texto de Kampz no SerBenfiquista

Vou ser absolutamente sincero, estou completamente esgotado do Benfica...
Podem dizer que isto não é o Benfica, que é o SLV, mas a verdade é que o meu dinheiro vai para esta instituição e os atletas que a representam "jogam" em nome do Sport Lisboa e Benfica com o manto sagrado e o nosso emblema, o tal que não serve para chineses ao peito.
Se isto não é o Benfica é culpa nossa - dos sócios - que deixaram o clube ser tomado de assalto por um cavalo de troia, carregado até ao tecto de dragartos e mercenários, e que não era feito de madeira mas sim totalmente transparente.
Mais, é culpa nossa irmos para 17 anos disto e nunca termos feito nada relevante para mudar, encolhendo os ombros e deixando passar pelos pingos da chuva, como se nada fosse, uma notícia de (mais) um desfalque ao clube no valor de 2 milhões de €.
Ao contrário do que já fiz no passado, não tenho paciência para ir procurar e trabalhar dados, pelo que cito o excelente post acima, resumindo do seguida em que se tornou o nosso clube:
Certamente me esqueci de muito e em muitos pontos tanto mais poderia ser dito... Mas é o meu desabafo. E que se desengane quem ache que é pelo título do Porto, na verdade só agora fui à internet confirmá-lo!
O problema do Benfica não se resolve com JJ ou 100M€ em transferências, ou com a saída de algumas peças da estrutura. Tem que sair o Presidente e toda a corja responsável, ou que legitima, uma gestão absolutamente danosa e corrupta, com dano muito material no clube.
A única solução para isto é:
1.1) Garantir que as eleições não são marteladas (muito difícil); 1.2) Se tal não for possível, correr com o Vieira nem que seja ao pontapé; 2) Fazer uma auditoria forense fortíssima ao clube, custe o que custar; 3) Com base nas evidências, colocar em tribunal todos aqueles que tiverem lesado o clube; 4) Também com base em evidências, despedir com justa causa quem for necessário; 5) Negociar a saída de todos os restantes mercenários que nada acrescentem; 6) Encostar o "lixo" que não conseguirmos limpar nos dois pontos anteriores; 7) Contratar Benfiquistas competentes e sérios para os cargos relevantes; 8) Implementar mecanismos de controlo interno que impeçam a pilhagem do clube; 9) Garantir uma gestão financeira responsável e equilibrada do clube, por profissionais de topo; 10) Implementar uma gestão desportiva profissional e ambiciosa, em todas as modalidades; 11) Investir no fortalecimento dos laços perdidos entre Benfiquistas e Benfica; 12) Rever os estatutos (e.g. limitação de mandatos) de forma a restabelecer a democracia.
Reparem que o desporto - o core business e objetivo fundamental - só aparece no ponto 10! É que há tanto a fazer de limpeza antes para garantir que conseguimos repor o que nos foi roubado e ter um clube (e SAD) preparados para gerir o Benfica como deve ser...
Se não é em Outubro, para mim, acabou.
E mesmo para os vieiristas, acabará pouco depois.
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2020.06.05 09:16 amornostemposdequa Quase azul

Dizem que a linguagem universal é o amor ou a música. Mentira. É a solidão. Clara se revirava na cama como fritura no óleo quente. Estava frio e chovia lá fora mas mesmo assim o sono não vinha. Logo hoje que precisava acordar cedo para faxinar a casa dos outros. Sentiu raiva, muita raiva daquela primeira dama que matou o filho da empregada. — Presidente filho da puta, pensou quase em voz alta, tudo culpa dele. O telefone ao lado chamava para mais uma espiadela nas redes sociais. Não queria mais, estava cansada daquela linha do tempo surreal. Seu estomago revirava, azia talvez. Tinha comido outro x-tudo ao invés de jantar. Era a terceira vez na semana que pedia lanche. Ah, foda-se a vida já perdeu qualquer sentido mesmo.
Tirou as meias dos pés que roçaram no lençol limpo. Os pelos das suas costas se eriçaram e ela lembrou das noites voluptuosas em que seu ex fazia massagem nas suas costas depois do sexo e do seu cheiro de água pós banho de maracujá. Como ficou tão só em tão pouco tempo? Se perguntava e se revirava na cama. Frigideira da noite em claro. Olhos abertos iluminando o teto que fazia chuaaa nas telhas de amianto. O vento na janela e o gato que dormia sossegado no outro canto do quarto escuro. Ela era o centro do mundo. O centro da solidão era suas mãos que desciam a calcinha puída, a outra no bico do peito rejeitando os vídeos pornográficos. Não, não era exatamente tesão. Era só para passar o tempo. Alguma diversão.
Acabou rápido. Agora sim estava excitada. Seu sangue latino circulava rápido pelo seu corpo. Seu coração no clitóris pulsava lentamente como uma bateria de cool jazz e bossa nova. Poderia mamar dez agora mas apenas se virou novamente e pegou o celular instintivamente. Rede social. Queria alguém para conversar sobre qualquer coisa. Ninguém que ela conhecia online. Tantos amigos e ninguém disponível para conversa. Porque é tão difícil viver na era moderna? A linha do tempo descia com o passar de seu polegar enquanto sentia a vida passar como a chuva que molhava o asfalto lá fora fazendo correntezas que entupiam os bueiros na boca da noite.
Levantou de súbito. Seus pés macios a levaram até o banheiro tocando o chão gelado. Mijou e limpou com papel higiênico dupla face. Coisa de adulto sentir orgulho do papel higiênico. Coisa de gente madura apertar duas vezes o spray de bom ar depois de dar descarga mesmo que não tenha mais ninguém em casa. Mesmo que seja só você e o gato que te esnoba todo o tempo que não está com fome. — To acostumada mesmo, pensou enquanto colocava ração para o felino que comia sentado de tanta preguiça. Mentira. Não estava não. Ninguém se acostuma com a solidão. Nem eu, nem você, nem o gato. Ninguém é feliz apenas com a mão. E depois as conversas? E depois as brigas? E depois o reconciliamento? Porque ele foi embora mesmo? Sei, lá fazia tanto tempo, ou parecia fazer. Não queria lembrar e eu não pude pegar essa lembrança dela. Eu também não quis pra falar a verdade. Isso também me deixava quase triste. Saber que no fundo no fundo estávamos todos procurando a mesma coisa. Procurando sentido nas cinzas das horas. Desculpa Bandeira, meu cigarro acabou e agora eu preciso roubar alguma coisa de alguém já que não posso mais soprar minha vida pela janela do quarto enquanto escrevo alguma história que reflita minha própria solidão. Sou um gerador de lero lero enquanto ouço uma bossa, atrás da porta um bolero.
Volto ao universo simulado de Clara e ao seu quarto escuro e chuvoso. Ela sim é feliz. Mais do que eu talvez. Ainda tem seus cigarros para lhe acompanhar. Ainda tem seus múltiplos orgasmos para se aliviar. Deitou novamente na panela antiaderente e fria que ela chamava de cama. Uma última olhadinha na rede com a luz azul que lhe roubava o sono em troca de ansiedade, raiva e revolta contra o caos social. Aquilo não lhe fazia bem. Ela sabia. Até o gato sabia mas não deixava de ver e saber das notícias e das opiniões que não fariam diferença nenhuma na manhã seguinte quando tivesse que levantar e pegar o ônibus para ir limpar a casa da classe média no centro da cidade. Então porque insistia? Queria conhecer alguém ou algo que lhe impulsionasse na vida. Na verdade, Clara queria era uma noite de sexo pesado e sem presa. E conversar. E ser conversada. E ser conquistada palmo a palmo. Mas estava só naquela noite que não terminava nunca e seus pensamentos tanto quantos os meus não paravam. Giravam e giravam em volta do que poderia ter sido. Do que poderia ter acontecido. É o caos, é o caos. É-O-CAOS. E de todas as possibilidades porque fomos escolher logo essa? Não sei, só sei que foi assim e cá estou pensando no que ela pensa até onde ela me permite. Até onde eu me permito e sei de sua alma feminina no meu peito que também dorme sem camisa na noite veloz roubando as rimas do poeta que um dia eu li na adolescência e nunca mais esqueci. Roubando toda a beleza dos amores que nunca vivi.
A mente de Clara cansa da solidão e de funcionar a cem por cento quando deveria estar quieta e silenciosa. Sem perceber a voz em sua cabeça vai ficando cada vez mais longe mais longe até que as lembranças da vida e simulações de tudo que poderia ter acontecido se confundem no fundo de seu inconsciente. Seu corpo nu da cintura para baixo começa a esquentar enrolada na coberta. Sua respiração, agora pesada como o sexo que imaginou horas antes deixava seu corpo delgado relaxado e imóvel finalmente. Tudo escuro no quarto. Até que para dormir não é ruim estar só. Não, mentira. Todo dia eu também acordo e pergunto: meu amor, onde está você?
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2019.09.01 23:59 fidjudisomada Primeira Liga 2019/20, #4: SC Braga 0-4 SL Benfica

DINAMITE BENFICA!

O Benfica tomou balanço na primeira parte no Municipal de Braga (0-1) e entrou com tudo no segundo tempo, derrubando o Braga por 0-4 na 4.ª jornada da Liga NOS. Os encarnados já são a equipa mais realizadora da competição com 11 golos faturados.
O primeiro momento quente, e polémico, da partida aconteceu logo ao minuto cinco. Odysseas, com um pontapé longo, solicitou a entrada de Raul de Tomas nas costas da linha defensiva do Braga, que estava desprevenida. O avançado espanhol ficaria na cara do golo... se João Novais não tivesse intercetado o esférico com um braço. A equipa de arbitragem, porém, não assinalou a infração, com o juiz Nuno Almeida a dar indicação para o encontro prosseguir.
O Benfica começou a agarrar o jogo com firmeza a partir do quarto de hora. Aos 17', uma incursão de Grimaldo pelo corredor esquerdo resultou num cruzamento para o cabeceamento em mergulho de Seferovic, que foi apertado pelos defensores da equipa minhota. A bola passou ao lado da baliza.
De uma recuperação de bola de Rúben, ao minuto 22, nasceu um raide de Rafa, sobre o lado direito do ataque. O camisola 27 rompeu a alta velocidade e cruzou, sendo o esférico intercetado e tocado pela linha de fundo.
No desenvolvimento do canto, e já numa segunda vaga, Florentino conquistou a posse em cima da área arsenalista, furtou-se e depois, já na zona de rigor, foi atingido na cara pelo pé esquerdo de Hassan. Penálti para as águias aos 23'!
Pizzi, da marca dos onze metros, muito concentrado, foi exemplar na cobrança, batendo a bola para a direita, enquanto o guarda-redes Matheus voava para o lado contrário. Os encarnados adiantavam-se aos 25': 0-1.
Aposta de Bruno Lage para o miolo do meio-campo ao lado de Florentino, Taarabt, aos 33', correu com bola na intermediaria arsenalista, combinou com Grimaldo, recebeu, endossou para Raul de Tomas, e este, sobre a esquerda da área, cruzou rasteiro; Seferovic, com a baliza à mercê, esticou-se, mas não foi capaz de encaminhar a bola para as redes.
Num momento de reação, Esgaio teve algum espaço sobre a direita e cruzou largo; Ricardo Horta escapou à vigilância da defensiva benfiquista, amorteceu no peito e chutou com perigo de pé direito, acertando no poste esquerdo aos 37'.
No minuto seguinte, o Benfica, pelo pé direito de Raul de Tomas, tentou o 0-2. Seria, aliás, um golaço! O espanhol intercetou um passe de Lucas e, de longe, rapidamente optou por um chapéu a Matheus, errando a baliza por pouco. O esférico sobrevoou a barra.
Já com o intervalo à vista, as águias criaram duas boas oportunidades para ampliar a vantagem. Sempre com Raul de Tomas a servi-lo com finíssima precisão e qualidade, Seferovic ficou em ambos os lances a centímetros do 0-2.
Forte e sintonizado com a baliza adversária após o período de descanso, o Benfica dinamitou a defensiva arsenalista e num fósforo esticou a sua vantagem para 0-3.
Rafa, ao minuto 47, conduziu a rápida investida pela direita e abriu tudo no flanco para André Almeida, que depressa executou um centro para a entrada de Pizzi, que, de pé esquerdo, chutou colocado, não dando chances ao guardião Matheus (0-2). Foi a primeira assistência do lateral-direito (em estreia oficial em 2019/20) nesta edição da Liga NOS, enquanto Pizzi apontou o seu 5.º golo (é o melhor marcador dos encarnados).
Novo ataque perigoso das águias, na circunstância sobre a esquerda e pelos pés de Seferovic, com o suíço a cruzar rasteiro e a forçar o autogolo de Bruno Viana, que tentara a interceção, de carrinho (tinha Raul de Tomas nas costas): o 0-3 era uma realidade aos 50'.
Confortável e autoritário, o Benfica procurou o 0-4 num disparo de Raul de Tomas aos 60', mas Matheus, bem posicionado, impediu o festejo.
Bruno Lage decidiu fazer a primeira troca na equipa: Jota foi a jogo aos 68', rendendo RDT.
Jota entrou, recebeu de Rafa, acelerou e, já na área, cruzou da direita para a finalização de Seferovic. Esgaio interpôs-se, mas o corte saiu defeituoso, iludindo o guarda-redes Matheus: autogolo e 0-4 para o Benfica aos 73'. E as águias passavam a ter o melhor ataque da Liga NOS: 11 golos em quatro jornadas.
O técnico das águias resolveu fazer duas alterações e esgotou as substituições em poucos minutos: saíram Pizzi (75') e Seferovic (76'), entraram Caio Lucas e Vinícius.
Brioso, o Braga nunca se entregou, elaborou ataques e exigiu o melhor do Benfica e da sua linha recuada, facto que valorizou ainda mais a atuação das águias e o triunfo alcançado num terreno onde é sempre complicado somar três pontos.

Conferência de imprensa de Bruno Lage

Coisas e Loisas

  • Adel Taarabt titular pela 1ª vez em 2019/2020. O marroquino só tinha 1 jogo de início com a camisola do Benfica - Feirense x Benfica (2018/2019);
  • André Almeida faz os primeiros minutos em 2019/2020. O lateral português não atuava pelo Benfica desde maio - Benfica x Santa Clara;
  • Pizzi chega ao 6º golo na temporada. Neste momento, o médio internacional português tem mais golos (6) do que jogos (5);
  • Pizzi bisa pela 3ª vez em 2019/2020. É o segundo bis consecutivo de Pizzi nas visitas a Braga;
  • Pizzi a bisar em 2019/2020: Benfica x Sporting - Supertaça; Benfica x Paços Ferreira - Liga NOS; SC BRAGA X BENFICA - LIGA NOS;
  • Benfica chega à chapa 4 pela 3ª vez em 2019/2020. Pelo 2º ano consecutivo o Benfica marca quatro golos na visita à Pedreira;
  • Depois da derrota no clássico, o Benfica regressa às vitórias na Liga. Pelo 5º ano consecutivo, os encarnados bateram o Sporting de Braga na Pedreira;
  • Últimos Braga x Benfica: 0x2 - 2015/2016; 0x1 - 2016/2017; 1x3 - 2017/2018; 1x4 - 2018/2019; 0x4 - 2019/2020;
  • Ao 5º jogo da época, o Benfica chega à 3ª goleada: Benfica 5x0 Sporting; Benfica 5x0 Paços Ferreira; Belenenses SAD 0x2 Benfica; Benfica 0x2 FC Porto; BRAGA 0x4 BENFICA;
  • É a 14ª goleada do Benfica sob o comando de Bruno Lage. Na Liga, com o técnico campeão nacional, os encarnados levam 12 goleadas;
  • Bruno Lage na Liga: 23 jogos; 21 vitórias; 1 empate; 1 derrota; 83 golos marcados; 18 golos sofridos;

Multimédia

Eleição do MVP

Talking Points

Preparámos uma lista de temas para conversas sobre este jogo, mas estejam à vontade para passar por cima dela, ou pegar num ou alguns, e apresentar as tuas observações e expressar opiniões:
  1. O resultado foi justo? Na tua opinião, o que faltou à equipa para alcançar um resultado ou exibição melhor?
  2. Está satisfeito com a resposta da equipa hoje? Qual foi o aspeto do jogo que mais te impressionou?
  3. Com o benefício da visão a posteriori, que alterações farias ao 11 inicial?
  4. Em retrospetiva, o que farias diferente ao longo do jogo? Como avalia os critérios de substituição? Trouxeram algo diferente ao jogo?
  5. Qual foi o jogador que mais se destacou com a camisola do SL Benfica? Nessa nota, quem foi a maior deceção?
  6. Quais são os aspetos positivos que o SL Benfica pode tirar deste jogo?
  7. Enfrentaremos o Gil Vicente FC na próxima partida, no Estádio da Luz, em jogo a contar para a 5.ª rodada da Primeira Liga 2019/20. Quais as perspetivas?

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2019.03.03 17:07 khariel Se não dormir a Cuca vem pegar mesmo: Como o sono afeta sua vida mais do que você imaginava.

Resolvi criar esse post pra espalhar informações que colhi sobre o estado atual da pesquisa sobre o sono. Recentemente tenho usado meu tempo livre pra me informar melhor sobre saúde em geral: longevidade, nutrição, sono, prevenção de doenças, etc. Se acabar sendo útil pra meia dúzia de pessoas, já fico feliz.

Um rápido background

Não sou da área de biologia/medicina, mas tenho boa familiaridade com o método científico e mecanismos de busca em artigos/revistas científicas pois estou terminando meu doutorado em engenharia. Meu objetivo ao realizar esse tipo de investigação "solo" sobre os temas citados é descobrir como otimizar minha rotina e estilo de vida pra maximizar meu tempo de vida saudável, vulgo healthspan. Tenho aprendido muita coisa que é facilmente aplicável e que tem tido um impacto imediato bem positivo na minha vida. O combustível é a curiosidade, o meio é a internet. Pensei em discorrer aqui um pouco sobre a importância de saber filtrar informações falsas/de baixa qualidade de fontes confiáveis na internet, mas isso é tópico pra um post separado.
Comecei a me interessar pelo assunto ao escutar o pesquisador Matthew Walker no podcast do Joe Rogan. Matthew é pesquisador na área de sono há quase 20 anos. Li seu livro, Why We Sleep, onde ele compartilha as últimas descobertas sobre o sono. Depois busquei por mais algum tempo artigos de outros pesquisadores respeitados na área do sono e compartilho aqui os achados. Cito os artigos e/ou pesquisadores de onde tirei as informações. Quando não há citações, ou a informação veio do livro ou de outros podcasts que o Matthew participou. Em alguns casos eu cito somente o nome do pesquisador, indicando que trata-se de sua linha de pesquisa.

Dormir pra quê?

  • Diversos estudos associam curta duração de sono (5-6h por noite) à diabetes tipo 2 [Cappuccio et al., 2010]
  • Falta de sono afeta a presença dos hormônios grelina e leptina, responsáveis pela sensação de fome e saciedade, respectivamente. Com sono insuficiente, há maior presença de grelina e menor presença de leptina, facilitando maus costumes alimentares. Forte associação com aumento do risco de obesidade em crianças e adultos. [Cappuccio et al., 2008; Knutson e Cauter, 2008; Taheri et al., 2004)
  • Sono é essencial pra que o sistema glinfático (equivalente ao sistema linfático, mas para o cérebro) opere normalmente e elimine os "resíduos metabólicos" do cérebro. Um deles é o peptídeo beta amiloide, associado a doença de Alzheimer. Insuficiência no sono leva a um acúmulo de beta amiloide no cérebro ao longo dos anos, e é um dos fatores de risco associado a Alzheimer's.
  • Sono é fundamental pra consolidar novas memórias adquiridas e torná-las permanentes. Muito importante durante escolarização. Sono suficiente é crucial antes do momento do aprendizado e também depois. [J. Born, Universität Tübingen]
  • Sono insuficiente também associado a doenças cardiovasculares e AVCs. [Jaakko Kaprio, University of Helsinki]
  • A característica que temos de preferirmos ir pra cama mais cedo ou mais tarde é definida geneticamente (owls e larks, como Matthew menciona no livro). Claro que não é algo binário, pois algumas pessoas se encontram no "meio" também. Se seus pais costumam ir pra cama cedo ou tarde, você provavelmente vai herdar a mesma característica. O interessante é que se fugimos do nosso horário confortável de sono (por conta de trabalho, universidade, etc), há redução na qualidade do sono, mesmo que a duração se mantenha.

Resumão do livro Why We Sleep e dicas facilmente aplicáveis à rotina

  • Quatro pilares do sono: duração, continuidade, regularidade e profundidade.
  • É crucial manter uma rotina pro sono, mesmo aos finais de semana. Dormir toda noite no mesmo horário.
  • Reduzir a exposição à luz branca de noite (celular, computador, TV, lâmpadas). Reduzir a iluminação do ambiente 1-2h antes de dormir. Luz branca afeta a produção do hormônio melatonina, que regula o ciclo circadiano e o sono.
  • Exercício físico muito próximo à hora de dormir pode afetar negativamente o sono.
  • Cafeína tem meia-vida média de 6 horas. Então, em média, depois de 12 horas de uma xícara de café, 1/4 da cafeína ainda vai estar no corpo. Eu particularmente parei de tomar café de tarde.
  • Álcool reduz as fases profundas do sono, reduzindo a qualidade da noite de sono como um todo.
  • Ingestão de muita comida/líquido de noite afeta negativamente o sono. Evitar.
  • Cochilos depois das 3 da tarde atrapalham a dormir na hora certa de noite.
  • Banho quente perto da hora de dormir ajuda a pegar no sono mais fácil, pois dilata os capilares próximos à pele, o que melhora a troca de calor com o ambiente. O corpo precisa reduzir sua temperatura pra iniciar o sono.
Espero que não tenha ficado muito massante ou longo. Omiti vários detalhes pra deixar mais conciso, mas qualquer coisa comentem aí que eu respondo se souber. Se alguém aí tiver formação em biologia/bioquímica ou afins, ou mesmo que tenha embarcado nesses life hacks como eu e quiser corrigiadicionacriticar, seria MUITO bem-vindo.
Dependendo da repercussão penso em fazer outro post desse no futuro sobre nutrição.
TL;DR: Não subestime a importância do sono.
submitted by khariel to brasil [link] [comments]


2018.05.03 06:31 pontoumporcento Fazendo um cheeseburguer com salada em casa, sem gastar muito

E aí pessoal do reddit, este final de semana fui em uma hamburgueria e depois fiquei com vontade de fazer em casa algo parecido com o que comi lá, um cheeseburguer com salada "coleslaw". Essa receita é relativamente barata, um hambúrguer hoje pode custar facilmente mais de R$20 em alguns restaurantes. E mesmo sendo simples e com poucos ingredientes, o modo de preparo pode influenciar muito no resultado final e o sabor do lanche. Então vamos lá.
Primeiramente, para economizar é sempre bom comprar os ingredientes em quantidade, então essa receita rendeu 6 cheeseburgueres bem servidos, cerca de 160g cada hambúrguer.
Lista de compras:
-1kg de carne moída, eu pego acém ou o que tiver na promoção;
-6 pães de hambúrguer (mercados extra com padaria tem por R$1 cada);
-300g de queijo, comprei mussarela mesmo;
-1 repolho, vai usar bem pouco então sobra pra fazer mais salada;
-maionese, limão, sal, óleo, e pimenta do reino.(isso não precisei comprar...cheating);
Agora vamos para o preparo, como minha frigideira é pequena eu sou obrigado a fazer um por vez então eu começo cortando os pães e fazendo a salada, vou pegar o repolho e cortar um punhado de tirinhas, o suficiente para todos lanches do dia, e vou colocar uma pitada de sal, maionese, e limão a gosto, eu coloquei uma colher de maionese e meio limão e foi suficiente, é bom provar e ajustar o tempero da salada a gosto.
Agora para os hambúrgueres, pego um prato raso e com a mão eu vou pegar a quantidade de carne e amassar um hambúrguer por vez para ficar no formato correto. Neste momento muita atenção!! Os hambúrgueres sempre encolhem durante o cozimento! E eles também acabam ficando mais altos, então para você fazer um hambúrguer do tamanho correto é sempre necessário amassar eles mais achatados quando crus. Utilize a palma da mão junto aos dedos formando uma superfície plana, e junte as beiradas para não ficar com rachaduras, rapidamente você pega o jeito e seus hambúrgueres vão ficar sempre redondinhos.
Agora sim, depois de formar o primeiro hambúrguer cru, você vai temperar ele por fora com sal e pimenta. Eu nunca tempero a carne moída, mas sim o hambúrguer por fora, assim fica com um sabor mais de carne mesmo, claro que se você quiser temperar sua carne fique a vontade para colocar ervas e temperos.
Coloque ele na frigideira quente já com óleo, e enquanto está fazendo um hambúrguer já deve ir amassando o próximo para ficar alinhado, tipo linha de produção. O ponto do hambúrguer fica ao gosto de cada um, eu recomendo virar apenas uma vez e usar fogo médio-alto, para ao ponto no máximo 4 minutos de fogo, para bem passado no máximo 7 minutos, muito além disso começa a ficar seco (isso também depende o tamanho e peso de cada hambúrguer) Quando coloca ele na frigideira, não fique mexendo com a espatula, é para deixar grelhar mesmo e pegar cor, se ficar um pouco tostadinho por fora não tem problema.
Assim que virar o hambúrguer, coloque um pouco de queijo em cima e feche a frigideira com uma tampa de panela, isso vai ajudar o queijo a derreter bem mais rápido, é pra fazer bastante vapor e fumaça rapidamente.
Agora já com o pão fatiado, salada temperada e hambúrguer pronto, tudo que resta é montar seu lanche e colocar um pouco de ketchup e mostarda daqueles sachês que você e eu guardamos quando sobra do McDonalds.
Minha janta hoje foram dois desse aí, quase não coube o segundo lanche. E isso que eu pensei em colocar ovo no meio, talvez teria parado no primeiro.
Para estes 6 hambúrgueres eu gastei R$14 de carne, R$6 de pão de hambúrguer, R$4 de repolho e R$7 de queijo. Uma compra total de menos de R$40 contando com o refri de 2L. Use e abuse desta receita, espero que seja útil.
Se quiser fazer os hambúrgueres e congelar também dá certo, vai direto do freezer pra frigideira, mas o tempo de cozimento é maior.
submitted by pontoumporcento to brasil [link] [comments]


2017.12.12 03:04 subreddit_stats Subreddit Stats: curitiba top posts from 2012-02-22 to 2017-12-08 18:00 PDT

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2017.09.17 05:55 pedrothegrey O detetive.

Entendiado na sala de espera. Fazem quarenta minutos que estou sentado neste sofazinho marrom, esperando que me chamem. Folheio as revistas e ouço o barulho da rua, o som das buzinas irritadas e o choro das crianças, o grito das mães, do dinheiro que entra no caixa, do assaltante que foge. Os sons que por mais de 10 anos escuto todo santo dia.
— Detetive N...! — Ouço a secretária gritar.
— Aqui. — Respondo, com rispidez.
— A doutora H... pediu para que o senhor entre, a consulta vai durar apenas vinte minutos. Não se preocupe.
Faço que sim com a cabeça e entro no consultório. Era diferente do que eu imaginava, na sua mesa tinham algumas pilhas de papéis, fichas dos pacientes, algumas revistas de psicologia em francês e inglês e uma cadeira na frente da mesa. Ela era uma mulher alta e bonita, motivo pelo qual tantos policiais não se importavam em ter que fazer as seções obrigatórias. Eu me sento na cadeira, pego o maço de cigarros amassado que guardo no bolso e puxo um cigarro.
— Você não pode fumar aqui. — Ela me diz, e com muito desgosto guardo o cigarro. — Estou vendo na sua ficha, você veio aqui porquê... deixa eu ver... Ah! Agrediu um padre. O senhor confirma? Ótimo, vamos prosseguir. Esta é a primeira das sete visitas obrigatórias, vou pedir para que o senhor assine aqui. E aqui. Obrigada. Agora sente-se. O senhor poderia me contar um pouco mais sobre sua experiência?
— Sobre o padre? Vamos, doutora, está tudo na ficha. Tudo bem, tudo bem, eu falo. Tínhamos uma investigação de violência sexual de um menor na paróquia da rua 52. Recebemos alguns telefonemas anônimos detalhando certos aspectos da aliciação dos garotos, e o modus operandi deste padre em específico. Minha equipe seguiu de perto o caso, e tínhamos fortes evidências que sugeriam que o padre guardava um diário, onde ele fazia uma espécie de confessionário com ele mesmo. Pedimos um mandato ao Juiz para investigar sua casa e encontrá-lo, mas vi que ele ia rejeitar o pedido quando retirou debaixo do terno um crucifixo e o mostrou para mim.
Eu olhava pela janela que ficava ao lado da cadeira onde me sentava, e contemplava, como um espectador em imersão, as entranhas da cidade. Havia muito que eu não enxergava as vísceras dela, mas daquele consultório eu tinha uma visão privilegiada da podridão.
— Continue, por favor. — Ela disse, rabiscando seu bloco de notas.
— No fim das contas, o juiz acabou contando ao padre sobre a investigação. As provas, nesse momento, devem estar enterradas debaixo dos sete círculos do inferno. — Eu disse, cansado.
— E você foi atrás dele? Quer dizer, do padre. — Ela perguntou.
— Olha, doutora, acho que repetir tudo que está registrado na minha ficha não vai me ajudar em nada. O que você quer que eu diga? Olhe pela janela e veja. Pouse seu olhar em um ponto fixo e observe os arredores, note como o ponto vai mudar. Perceba como as pessoas vem e vão em perfeita harmonia com o ambiente, com uma sincronia ímpar entre a indiferença social e cósmica. Socar a cara daquele padre não me fez bem, tampouco ajudou as crianças ou a investigação. Fiz o que fiz pelo mais mesquinho dos desejos. Sou isso, tempestade e ímpeto. Um coração à deriva, uma garrafa de consciência largada num oceano revolto de emoções profusas e indistinguíveis. Tentar ver valor ou significado nas minhas ações vai se mostrar, como a senhora verá nas próximas seções, a mais inútil das tarefas.
Um alarme que vinha do relógio de pulso da doutora disparou.
— N..., acredito que estamos progredindo. Nossa seção está encerrada, mas o aguardo para a próxima. Você se importa de chamar o próximo? Feche a porta. Adeus. Eu saio do consultório. São 18:30h e já anoiteceu. Uma noite sem estrelas, sem o máximo atestado da indiferença do mundo. Isso me força a olhar para frente, para a rua e para as pessoas. Elas tem caras de sono, mas a doença destas é o tédio, que em um bocejo mortal, engolirá a todos nós. Da onde eu ouvi isso? Deve ter sido algum francês, talvez Baudelaire ou Flaubert, não tenho certeza. Mas soa francês, não é?
Caminho para o estacionamento, entro no carro e dou a ignição no motor. A 120 quilômetros por hora numa rodovia mal iluminada, enxergo somente a sinalização reflexiva do chão. Algum drogado sai correndo de um canto qualquer, e num instante me desvio dele, derrapando os pneus e quase capotando o carro. Com o coração acelerado, sinto a adrenalina residual no meu corpo, que agora não tem mais uso além de deixar tenso. Talvez seja esse um problema mais geral do que eu imaginei, adrenalina residual.
Meus punhos ainda doem. As crianças ainda choram. E o padre ainda faz sua confissão e se exime dos pecados. Numa espécie de autoflagelação profana, nós seguimos unidos em um mesmo destino, em uma mesma aventura pagã e sádica. Eternas peças em um tabuleiro sem divisões, de um jogo sem regras. Sem um começo ou um final, seguimos no mesmo ritmo melancólico até o final das eras. Todos nós. Eu, as crianças e o padre.
Perco minha linha de raciocínio; o bip de superaquecimento do carro havia sido acionado há alguns minutos, e somente agora, quando o carro começa a esfumaçar, reparo. Ligo para a seguradora, em vinte minutos o reboque vai chegar. Me sento no banco novamente, olhando os carros que vão e vem, em borrões retangulares à luz de postes amarelados. A maioria tem seu destino para fora do centro da cidade, correndo o mais rápido que podem em direção aos subúrbios, tentando fugir de mais um dia.
O reboque chega e eu ganho uma carona. Preencho a papelada da oficina; me dão um prazo de duas semanas para terminar de consertar o carro. Chego em casa, tão disperso que nem me lembro como. Não importa. Tiro o uniforme, o revólver do coldre. Banho. Me sento a frente da escrivaninha, tiro a munição do tambor da arma, desencaixo o tambor e a empunhadura. Limpo o revolver com delicadeza, tirando poeira e pólvora seca de cada ranhura. Respeito a arma. Melhor, eu a admiro. Ela é um símbolo, e Deus sabe que temos poucos bons símbolos hoje em dia. É muda e sincera, a face da morte, representante máxima da impotência e da ignorância humana. Eu entendo o motivo pelo qual, durante o treinamento, fomos disciplinados a amá-la como nossa mulher. Ah! Eu entendo. Eu durmo em rápida e profunda dormência...
... Estou atrasado. Visto meu uniforme e vou para o ponto de ônibus. Faz um calor opressor, o vento corre pelo meu rosto, secando-o em pinceladas secas e dolorosas. Insipiro e expiro; o som é alto e seco, um barulho de papel amassando, de cigarro queimando. O ônibus chega e libera mais uma lufada de ar quente, que sai do escapamento, em mim. Entro e me sento. O calor faz o rosto das pessoas parecer miserável às sete da manhã, e o meu não é diferente. Olho pela janela e o sol mutila a todos como o olhar de uma mulher, mas não me engano, pois nem todos sentem isto, assim como nem todos estão conscientes dos olhares das mulheres, da maré alta durante a lua cheia ou das flores do mal, que morrem em agonia, sem o amor de um poeta. De novo essa paixão francesa no meu coração, recorrente, irreal.
Alguém faz sinal. O ônibus para e entram uma mulher e duas crianças. Uma delas com cinco ou seis anos, a outra, apenas um bebê no colo de uma mulher. Uma mulher negra, magra, com um cabelo desgrenhado, porém bem cuidado. Alta e forte, ela carrega a criança como se nada pesasse, se move com graça com toda a bagagem feminina, isto é, bolsas, fraldas, mamadeiras, roupas reserva etc. Vestia um vestido colorido, predominantemente verde, e no pescoço, um crucifixo de madeira. Quando tirei os olhos dela e olhei o menino, foi que reparei quem ele era. Nunca vou esquecer do olhar que me deu, nem da forma como, logo em seguida, desviou o olhar envergonhado. O medo, o desespero, a dor nos olhos de uma criança; de todos os grandes filósofos, só o maior deles entendeu o desespero de uma criança, mas mesmo assim, Ivan Karamazov só renunciou a Deus. Que haverei eu de fazer? Eu, que já não tenho a quem fazer rebelião, pois que nunca tive religião. Não amo a vida, o viver, e portanto não me basta o destino de Werther, de Hemingway. O que é o homem sem rebelião, ou ainda, sem a quem se rebelar? Nada mais que um inseto. E esse pensamento sempre foi tão natural, tão profundo no meu ser, que me espanta só agora ter me tornado consciente dele.
Em pouco tempo, cinco horas se passaram. Estou almoçando sozinho, em um restaurante barato, vendo o noticiário sensacionalista do horário dos insetos. O trabalho não me deixa em paz nem quando como. Saio de lá de estômago vazio, pago minha conta e me ponho a andar. Em alguns instantes já será hora da consulta.
— Assine aqui... e aqui. — Disse a doutora. — Sente-se, por favor, fique à vontade. — Nos sentamos e nos encaramos por alguns segundos.
— Posso quebrar o gelo?
— Com certeza.
— Você quer tomar um café comigo depois da sessão?
— O quê?
— Vai ser interessante.
— Isso é inapropriado, senhor N...!
— Ah! Tudo bem. Bom... é...
— O senhor pode começar me falando como se sentiu depois da sessão anterior.
— Eu comecei a fumar mais.
— Tem vontade de parar?
— Nenhuma.
— O senhor deveria ten...
— Você pode me receitar algum remédio para dormir? — A interrompi.
— O senhor está tendo problemas para dormir?
— Não. Durmo o sono das crianças. Só que são as dessa cidade.
— Ri, e percebi que ela se assustou com o comentário.
— Não existe razão para que eu receite esse tipo de remédio então, não é?
— E o que você pode me receitar?
— Qual o seu problema?
— Achei que você pudesse me dizer.
— Sou a mediadora, senhor N...
— Ah! Entendo. Posso ir embora?
— A corporação o obriga a fazer as seções.
— Eles sabem ser persuasivos. Eu não tenho nada para falar hoje. E como eu disse, tudo que faço é ímpeto. A senhora não vai achar nenhum material de estudo nos meus problemas.
— Meu objetivo não é esse. Quero somente te ajudar.
— A senhora pode reverter uma decisão judicial?
— Não, não posso.
— Então a senhora não pode me ajudar.
Passados cinco minutos de silencio, eu olhava para o teto e para a janela do consultório. Da rua, via-se um bar. Nele, rapazes sem camisa, com bermuda e boné. Carros de som estacionados na rua reverberam música em volumes altíssimos. Os gritos e os risos raramente eram distinguidos do som alto, mas se faziam ouvir no meio do barulho. Do outro lado da rua, saído de algum beco inominável, um homem branco, pálido, magro, seco e encurvado, atravessa a rua. Sua camisa, rasgada pela metade, expunha sua costela que se sobressaía da pele. E o cheiro e a dor da miséria eram transmitidos no olhar. Seus braços estavam cobertos de feridas, o sangue denso, coagulado, estava preso na pele, acobertando parte das manchas de infecção que seu corpo colecionava. Ele tremia as mãos e na direita exibia um caco de vidro. Ele se aproximou do bar convulsivamente, tremendo todas as partes do corpo. Um homem sem controle. Aquilo já não era mais um homem, não era... Ah! Os insetos! Sempre me perseguem. Absorto em meu pensamento narcisista, só me dou conta do problema depois que o som dos carros é interrompido. Os rapazes expulsam o ser à socos e chutes. Como ele não rachou ou quebrou é impressionante, devo dizer. Olho para a doutora e aponto, com o olhar, para a rua.
— Só assine aqui antes de ir. — Ela disse.
Saio depressa do consultório, chego na calçada e avanço para o bar. Perguntas rotineiras. Sigo o caminho que disseram que o inseto havia percorrido, e faço eu o mesmo caminho. Procurando; Ouroboros. Perco rapidamente a corrida, os labirintos do centro se estendem além da compreensão humana, e paro no meio da rua, ofegante. O silêncio me oprime. Olho no celular; 18:13. A noite começa a chegar, aumentando o sibilo do vento e diminuindo a temperatura. Eu só tenho que seguir na mesma direção que ele pode ter ido, me embrenhar mais profundamente nas ruas apagadas, passar por entre as praças, com seus bancos e brinquedos quebrados. Eu tenho que continuar a seguí-lo. Eu quero continuar. Uma raiva irracional começa a brotar de mim, e a abraço como ela vem.
Subitamente, um grito. Agudo, desesperado, forte e vigoroso. Deus! Eu demorei demais. Sigo o grito, "SAI DAQUI! MEU DEUS, AJUDA!", viro uma, duas, três ruas e o grito cessa. Debaixo da luz do poste, embaixo de um céu sem estrelas, jaz um corpo que sangra. Eu saco o revólver e sigo com cautela, olho em todas as direções e me aproximo do corpo. Coloco meus dedos indicador e médio no seu pescoço; sem pulso. Viro o corpo e a luz amarelada e inconstante do poste revela uma mulher negra, bonita. Com um vestido verde manchado de sangue, rasgado no peito e na barriga. O sangue escorre delicadamente do seu corpo, criando um padrão singular no chão, onde uma pequena poça se forma, e em um ou dois segundos, o sangue caminha devagar para o esgoto. O crucifixo que ela usava mais cedo havia sumido. A melancolia não me atinge, a adrenalina permanece comigo, olho atento em todas as direções e... Ela não carregava um bebê mais cedo?
Aperto a empunhadura do revolver com força, estendo meus braços e tento mirar para frente. Minhas mãos tremem; um homem sem controle. Não posso me desesperar agora, não, não agora! Ouço um barulho pouco mais alto que meus pensamentos, uma lata de alumínio cai no chão. Achei. Sigo o som devagar, com passos determinados. Uma esquina; me viro rapidamente, engatilhando o revolver. Da sombra sai o inseto. Trêmulo e vacilante. Cadê o bebê? Cadê o bebê? Olho para os lados mas é só escuridão.
— Você pegou o bebê!? — Gritei. — Responde, caralho!
O inseto grunhiu baixinho, como se coçasse a garganta. As mãos trêmulas sobem e sobem, até chegarem na sua boca. Ele a cobre com uma das mão, e a outra o acaricia, como se tivesse vida própria, independente. Ele ri, uma risada abjeta e irreal, que não exprimia felicidade, nem dor, nem qualquer sentimento humano. Era um som, que me convém chamar de riso, pela semelhança auditiva. Em um borrão, num movimento cego, aperto o gatilho. O martelo cai e cria a faísca... Silêncio. Depois de tanto limpar o revolver ele falha agora, é como se a lua afetasse as armas como ela afeta as mulheres. Segurei o revolver pelo cano e tambor, com a outra mão segurei o cabelo da criatura. O barulho seco da madeira batendo no crânio dele ecoava no beco escuro. A empunhadura estava manchada de sangue, e não sei diferenciar meu sangue do dele na minha mão.
— O que 'cês tão' fazendo aí, porra? — Gritou uma voz, vinda da janela do apartamento do lado do beco.
Isso! A luz do apartamento. Eu olho para frente, e do lado de uma montanha de sacos de lixo, encontro o bebê, e o pedaço de vidro que o inseto carregava mais cedo estava fincado no seu pequeno pescoço. A luz se vai, o homem vê minha arma e o corpo no chão e se assusta. Se esconde na sua casa. Ele vai ligar para polícia, nem preciso me incomodar. Pego meu celular, mas a tela trava com o sangue e o suor, desisto. Me sento na calçada junto da mulher, embaixo da luz do poste. A poça de sangue chegou no bueiro, e meu coração ainda corre acelerado; adrenalina residual. Depois disso ainda tenho que pegar um ônibus para casa, será que eu vou encontrar o menino? Não, claro que não, ele vai para a delegacia... Espero que eu não tenha que dar a notícia para o garoto.
O barulho das sirenes fica mais e mais alto. Os carros estacionam.
— Senhor N..., você 'tá' bem? 'Tá' machucado? — Me perguntou um dos cabos.
— Não. Só não quero que o D... me coloque pra falar com o garoto.
— Que garoto?
— O garoto, porra. O filho dela. — Apontei para o corpo da mulher.
— Vou pedir 'pro' S... te levar, ok? Deixa que a gente cuida do resto.
Fui colocado na viatura e levado para a delegacia. Da janela, eu via os borrões dos carros, indo e vindo. Na minha mente falavam uma multidão, uma pluralidade de vozes, gritos e sons ininteligíveis. Uma pena, não ouvi o barulho do motor velho da viatura, o zunido dos carros que passavam por mim, me eram sons caros, me acalmavam. O carro parou de repente. Fui retirado por um colega e colocado na minha sala. Me deram água e café. Alguém bate na porta.
— Entra.
— N..., como você tá?
— Eu vou ser preso?
— Por causa do drogado? A gente já deu um jeito nisso, ninguém vai notar.
— Ótimo. E o filho da mulher?
— Já encaminhamos o garoto para o orfanato municipal. Falamos com ele, me disseram do seu pedido.
— Perfeito.
O orfanato municipal, eu já sabia, recebe a maior parte da ajuda e doações da paróquia da rua 52... Eu mereço meu destino, juro que mereço. Mas a mulher e os meninos não, não, não mereciam. E mais um dia se passa na cidade dos insetos, onde nossa sina cruel e vil se faz visível através das almas inocentes. Eternamente impotentes, pagamos um dívida infinita à ninguém, nadando nus em um mar de canivetes e facas, onde a consciência se desfaz e o desespero é cada vez mais cutâneo.
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2017.09.11 12:34 gilsonvilain Dorocaso — Corações de Areia

Dorocaso Corações de Areia
“Essas alegrias serão jogadas ao esmo. A areia vai consumir suas lembranças até a última gota, e quando não sobrar mais nada você vai virar areia.” Jochasta, rainha dos esquecidos.
De pé ele olhava para as nuvens no céu sem sentir seus pés. Caminhando eternamente sem destino, elas vagavam escuras e carregadas como ele nunca havia imaginado. O solo é engolido pelo breu e os escorpiões alaranjados saem da areia. Cavando e cavando, centenas de lacraus submergem do da escuridão, brilhando e batendo suas garras como soldados marchando para o combate. O medo lhe puxa pela espinha, mas suas mãos estão vazias. Ao longe uma sombra de luz surge na imensidão.
-Davi! A cidade chegou! Davi! Você ainda não acordou? –Disse Franz ao lado da porta. Seus cabelos loiros iluminavam demais para sua vista adormecida. Piscando com força seus olhos, devagar ele se esticava na cama de esponja até sentir suas articulações despertarem. –Hoje não é o seu dia de vender as beterrabas? –Como um soco no peito ele se levantou. O sol já se erguera, e ele ainda estava ali.
-Chuva! –Disse o rapaz se pondo de pé velozmente, apenas para sentir uma tontura e perder parcialmente a visão tendo que se apoiar nas paredes para se manter. Calçando os sapatos escuros e com cheiro engraçado ele se ergueu novamente. Desviando das pequenas lâminas curvadas no chão, ele achou seu caminho até Franz.
-Eu e o Caiou já colocamos as caixas no Sableridge, até que horas você ficou afiando as talons? –Disse o Franz cedendo espaço para que Davi passasse correndo para as escadas. –E não esqueça de comprar um filtro novo para o reservatório!
Subindo as escadas como um lobo atrás de sua presa, Davi vê de relance Seth, Nami e Gilli sentados na mesa da cozinha. –Até as crianças já estão acordadas e eu aqui. –Subindo as escadas enquanto afivelava o cinto marrom, ele se voltou para a janela, olhando ao fundo a grande cidade cinzenta parada no deserto. –Mau dia! –Disse ele pegando a máscara azul presa na parede ao lado do espelho retangular e a colocando em seu rosto. Apertando o fecho e pressionando o único botão em sua lateral, ela se acendeu em um branco fraco. –Ah não!
Olhando a lateral do respirador ele passou o dedo por cima de pontinhos roxos que cercava o gradeado da máscara. Com o polegar pelo lado de dentro ele pressionou o puxador, fazendo as grades se abrirem e liberando a película tomada por centenas de micro pontos que variavam de roxo até rosa fraco. Davi abriu o armário de metal embaixo do espelho deixando que uma brisa gélida saísse. Colocando a película para dentro, fechou a porta e acertou o tempo para quinze segundos. Olhando novamente o espelho ele notou várias manchas de sangue coagulado em seus ombros e braços. Davi deu a volta e foi até a impressora amarelada de sujeira. Pressionando o menu ele selecionou a cor, comprimento da manga e por fim o tamanho, fazendo que a máquina emitisse um som agudo e constante ao passo de que o armário embaixo do espelho soou três apitos seguidos. Retirando a película sem luvas Davi sentiu como se seus dedos fossem derreter, só então sentindo o real frio quando encaixou a lâmina branca de volta na máscara. Vestindo a camisa bege de manga comprida, ele religou o respirador que se acendeu em um branco forte.
Fechando a porta de trás e abrindo a da frente ele foi em direção ao Sableridge. Vários arranhões circundavam o veículo encouraçado, as duas esteiras frontais estavam gastas mas não chegavam ao nível de desgaste dos pneus traseiros. Estes foram remendados tantas vezes que Davi já não sabia se eram feitos de borracha ou de remendo. A lataria perfurada era estrategicamente escondida pela sujeira e a lama viscosa das estradas. –As chaves! –Pensou ele batendo as mãos nos bolsos, só para perceber que não portava nenhuma. –As chaves! Gritou ele em direção a toca.
-Já estão dentro! - Disse Caiou do segundo andar. Davi Se aproximou do painel e ouviu o som de motor. Ele se voltou para Caiou e assentiu com a cabeça.
Poucas estradas cruzam em direção ao grande deserto. A pista de fogo sai da capital até o batalhão especial no sul, circulando o continente e passando por todas as grandes vilas. Usando areia vermelha para montar seus tijolos, a pista de fogo era o jeito mais fácil e seguro para aqueles que não possuíam problemas com o Armata. Ao seu lado muitas trilhas foram feitas ligando pequenas vilas até a pista de fogo, como galhos em um tronco. A estrada de pedra sai das grandes montanhas e se conecta com as estradas de terra, geralmente usadas por contrabandistas ou fugitivos, uma vez que não haviam patrulhas. Davi saiu da toca e seguiu em frente pegando a estrada de barro, o caminho que ele mesmo batizara, ligando a toca até a vila das palmeiras a oeste. Com uma agricultura rudimentar, a vila das palmeiras resistia apenas pela criação de roedores. Fáceis de alimentar eles eram a moeda de troca de algumas dezenas de famílias. De lá ele pegou a estrada de ferro, cruzando a floresta das almas até o grande deserto ao norte. Dali ele já conseguia ver as marcas de pneus na areia, sinal de que estava atrasado. Acelerando ele sentiu o veículo trepidar e perder força, mantendo o acelerador pressionado enquanto reduzia a marcha. Ainda assim a força havia indo embora, e ele seguiu até a pista de fogo na velocidade de um homem correndo. Devagar ele viu rasgando o deserto azul e branco. Mais de mil passos de largura, e outros oito mil de comprimento, com esteiras maiores que a vila das palmeiras, e com pistões mais fortes que dez mil homens, marchando para cima e para baixo, em um compassar estrondoso. Maciça e barulhenta, ela cavava com seus pistões exteriores descendo e subindo como um ferreiro batendo seu martelo, se enterrando mais fundo naquela areia sem dono, ela descansava enquanto ele se apressava. Apertando o pé contra o pedal e tentando aumentar as rotações, ele notou um grupo de pessoas segurando placas. Davi não conseguiu ler o que estava escrito, as manchas azuladas em suas peles tiraram sua atenção. Engatinhando pela estrada de fogo, ele rumou ao sul do titã encouraçado, seguindo outros veículos que jaziam estacionados ali.
Davi estacionou o sableridge ao lado de uma motocicleta de propulsão amarela. Algumas dezenas de veículos estavam ali, ainda assim Davi se surpreendeu com a baixa quantidade. Em temperaturas amenas, aquele pátio sempre estivera lotado de lanchas terrestres e caminhões. No porta-malas ele retirou as quatro caixas cheias de beterrabas, cada uma pesando metade de seu peso. Suas veias saltaram por entre a pele, e com um urro de vontade ele as ergueu caminhando lentamente até a entrada norte.
-Vento! Eu preciso ir até o templo das Lamentações! –Disse uma voz vinda de trás de Davi. Ele girou sua cabeça para procura-la mas no instante seguinte ela havia sumido. –Você tem um carro, pode me levar lá? –Disse a voz. Davi abaixou as caixas e conseguiu ver a moça a sua frente. Bem menor do que ele suspeitava, ela se erguia pouco a cima das quatro caixas deixadas no chão. Olhos cinzentos e lábios fartos, ele não conseguiu distinguir mais nenhuma caraterística dela, além de sua barriga proeminente e arredondada.
-Eu estou indo vender beterrabas na vila. –Disse ele olhando seus braços finos e curtos. –Esse templo fica no norte, não acho que tenha alguém de lá por aqui. –Disse ele se abaixando para pegar as caixas.
-Você não entende, eu preciso ir lá! –Disse ela erguendo a voz e riscando a areia com seu pé.
-Eu entendo, mas agora eu não posso fazer nada para te ajudar. –Disse erguendo novamente as caixas e a perdendo de seu campo de visão.
-Você pode depois? –Perguntou ela com um tom mais doce. Davi começou a andar e não olhou mais para trás. –Vou te esperar aqui!
-Não foi isso que eu quis dizer. –Falou ele alto o suficiente para ouvir suas palavras ecoarem pela vastidão seca, mais baixo o suficiente para não ouvir resposta alguma.
Se arrastando para frente, uma moça de cabelos escuros e longos passou por ele, porventura as caixas ainda tapavam sua visão frontal, o impedindo de conseguiu ver seu rosto. Ele gostava da ideia de andar sem ser percebido. Ao seu lado as vozes vindas da cidade se intensificavam, o empurrando para frente. Ouvindo passos na areia, ele inclinou a cabeça para ver um homem baixo com uma barriga proeminente caminhando de mãos dadas com uma menina de cabelos alaranjados. Os escorpiões voltaram a sua cabeça, e ele desejou que Nissa falasse algo que o puxasse de volta, mas ela estava na toca.
-Chuva! Posso ajudar? –Disse o homem com turbante branco, portando uma máscara amarela e uma barba escura e rala. Davi abaixou as caixas e suspirou por um segundo relaxando os ombros. O homem flexionou os olhos e pequenas bolsas de pele surgiram em cima de suas bochechas.
-Chuva! Eu vou vender as beterrabas. –Disse ele esticando a mão em direção ao homem.
-Os vendedores de comida já estão localizados no setor dois, penso que não há mais espaço para estandes. –Disse o homem o olhando de queixo erguido.
-Eu me atrasei. –Disse Davi abaixando o braço e se aproximando. -Mas eu tenho uma reserva. –Disse batendo as mãos nos bolsos. -E eu conheço o prefeito. –Disse Davi gesticulando com suas mãos armadas em veias proeminentes enquanto ele abria os bolsos internos da camisa.
-Certamente que não conhece. –Disse o homem de turbante. –Uma vez que eu não tenho nem ideia de quem é você, e eu sou o prefeito; Alouite Seeiso. –Disse o homem dois palmos menor que Davi, erguendo ainda mais o queixo para cima. Davi desistiu de procurar a licença e coçando a cabeça.
-Eu deixei na outra camisa! –Percebeu ele olhando para o céu. -Na verdade o prefeito que eu conheço se chama Timothy, ele tem cabelos escuros, é magro e... –Disse Davi gesticulando as medidas com as mãos. –Alto.
-Ah. –Disse Alouite. –Esse é o segundo prefeito. –Disse abaixando a cabeça e apertando os dentes. –De qualquer modo eu sou o prefeito para os assuntos externos da vilavassoura. Eu cuido de quem entra e quem sai.
-Eu sei. –Disse Davi sorrindo por debaixo da máscara. –O Thimoty cuida da manutenção da vila, proteção das pessoas, educação dos jovens, tratamento dos enfermos, conserto das máquinas, contrata os seguranças. –Enumerou Davi olhando para as beterrabas ardendo no sol do deserto. –E o senhor cuida de quem entra e sai. –Disse Davi se mordendo para não o chamar de porteiro.
-Thimoty tem suas funções, eu tenho as minhas. –Disse ele se virando de costas. -E o período para alocação de novos estantes já se encerrou.
-Eu também preciso comprar um filtro. Já acabou o período de entrada de compradores também?
-Hum. –Disse o prefeito de turbante declinando o queixo e encarando os tubérculos. –Você entra, as beterrabas não.
-Tudo bem, quando eu encontrar um vendedor de filtros, eu peço para ele vir até aqui fora retirar o pagamento, o senhor toma conta delas para mim? –Perguntou ele levantando uma caixa e colocando aos pés do prefeito. O homem bufou mais forte e se voltou para recolocar a caixa em cima das outras. Buscando todas as forças de seus braços flácidos, o prefeito ergueu a caixa poucos centímetros do chão, soltando suas alças e voltando a ficar ereto.
-Leve isso daqui. –Disse Alouite ofegante.
-Obrigado senhor prefeito! –Disse Davi erguendo as quatro caixas e seguindo em frente para a o portão de acesso.
-Bem-vindo a vilavassoura. –Disse ele em um tom seco. –Espero vê-lo novamente. –Apertando os olhos e ajeitando o turbante.
O chão de areia afundava a cada passo de Davi. Jogando areia para trás, ele sentia que a cada passo andava menos. Pisando em falso sentiu a areia dar lugar a tábuas de metal. Forçando os joelhos ele subiu a entrada que se elevava pelo menos oito passos do nível do chão. A grande fachada esculpida em madeira e aço, dizia “Village de Balai Cinq”, vilavassoura em uma língua antiga. A gigante de aço possuía metralhadora automáticas acopladas a parte de dentro apontadas para o chão. Aportando e um lugar diferente a cada dois dias, a bordo ela levava mais pessoas que ele conheceria sua vida inteira. Mais cores de cabelo do que tons de céu, mais vozes do que mil autofalantes. O cheiro das comidas, mesmo passando pelo respirador, já encharcava Davi por dentro. Olhando para o arco de entrada, ele viu seis guardas carregando fuzis e ao seu lado um grupo de pessoas rodeando um grande homem de cabelos longos e encaracolados. Davi abaixou as caixas para conseguir olhar por cima, fazendo seus músculos guincharem por dentro, mas seguindo em direção as pessoas.
-Eles andam em caravanas. Centenas de milhares. Caminham até as vilas, e lá destroem tudo. Nada fica para trás, nem os habitantes, é terrível! –Disse a senhora de cabelos curtos usando uma camisa de flores brancas, combinando com sua máscara.
-Devem ter sido mandados pelos homens de sabão. Eles estão há décadas se alastrando pelo litoral. –Disse o senhor de máscara lilás com um guarda-chuva em mãos.
-Não são os homens de sabão, quando paramos na vila da pedra, um soldado me disse que eles comem as pessoas e usam os ossos como adereços, isso é coisa do povo vermelho! –Disse o senhor careca usando um roupão verde.
-Estamos seguros aqui. –Disse o homem no centro, rodando os dedos por entre os fios de cabelo que caiam por seus ombros. –Além disso, todos os relatos são de vilas no Norte. Não há nenhum indício que ela esteja marchando para cá.
-O bosque vermelho foi dizimado. A fumaça chegou até a capital. Quando a Armata foi para o socorro, só haviam cinzas. –Disse a senhora. O homem alto inclinou a cabeça atento a suas palavras quando no meio da multidão, algo pescou sua atenção.
-Com licença. –Disse o homem alto esticando o braço. –Davi?
Davi o olhou e sorriu, ganhando espaço em meio ao aglomerado, colocou as caixas no chão esticou a mão e apertando o antebraço do senhor.
-Chuva Prefeito! –Disse ele chacoalhando o braço e sentindo os dedos finos e longos se apertarem em sua pele.
-Veio vender amoras? –Perguntou o homem de pele clara e lábios roxos e esticados.
-Pretendia. –Respondeu Davi apertando os olhos e observando as beterrabas por um instante até retornar os olhos para o prefeito. Ao seu lado havia uma grande porta dupla de vidro que guardava o estreito corredor em frente, lotado de pessoas andando por entre as lojas. O prefeito girou sua cabeça na mesma direção e coçou o nariz pontiagudo.
-Vamos ver onde eu consigo colocar você. –Disse Timothy dando um tapa em seu ombro. Davi pegou as caixas nos braços e o seguiu enquanto ele entrava na antessala do tumulto. As vozes se mesclavam a multidão atrás do vidro, podia se ouvir tudo, mas nada se entendia.
-Não vi você aqui mês passado. –Disse o prefeito erguendo os braços enquanto a primeira porta de vidro se fechava. No mesmo instante um jato de fumaça quente e clara saiu do chão e inundou toda a parte enquanto o prefeito retirava o respirador. Alguns segundos depois a fumaça se esvaiu pelo teto e a segunda porta se abriu dando acesso ao corredor.
-Mês passado. –Repetiu Davi erguendo as caixas de madeira. –Deu um vazamento lá em casa, tive que desligar todas as saídas de ar, perdemos boa parte da colheita.
-Sinto muito. Suas batatas são ótimas, as cenouras nem tanto. –Disse ele espiando as beterrabas por entre as frestas da caixa. –Você teve mais alguma notícia do Colm? – Davi balançou a cabeça. A mão do prefeito veio ao seu ombro mais uma vez enquanto ele sorria olhando para o chão. -Já pode tirar o respirador. –Disse o prefeito olhando Davi. Cerrando os olhos ele abriu a boca por um suspiro e a fechou. –Eu esqueci, o Colm me contou, mas eu esqueci, desculpa. –Disse ele enquanto Davi erguia o ombro e coçava a cabeça.
Adentrando a multidão de pessoas andando por entre as lojas, o prefeito achava brechas entre os cotovelos e ombros para Davi passar sorrateiramente, avançando entre bolsas e mochilas, sua altura lhe forneci uma visão privilegiado do pátio interno. Alguns passos para frente e uma voz chamou “prefeito! ”. Thimoty se virou e viu um sujeito de pele escura com olhos vermelhos. Com os dedos o prefeito gesticulou pequenos círculos, voltando sua cabeça para frente e seguindo até a segunda parte sem se virar para trás.
-Aqui estamos! –Disse o prefeito olhando o círculo de vendedores sentados em frente a caixas de legumes. –Você vende amoras, amoras são como alfaces não? –Perguntou ele, jogando um cacho de cabelos para trás enquanto olhava para as alfaces.
-Os dois são plantas, mas acho que beterrabas entram mais na sessão de raízes. –Respondeu Davi.
-Hahahahaha raízes! Mas não vendemos árvores aqui, e o único estande que tem espaço é o da alface. –Disse ele apontando para as folhas verdes e crespas. Davi virou a cabeça, mas não disse nada, apenas sorrindo para o prefeito e colocando as caixas no chão. –Chuva minha menina! Qual seria o seu nome? –Perguntou ele piscando para a jovem de cabelos escuros sentada atrás das caixas da alface.
-Naya. –Disse ela entortando a boca e olhando Davi de baixo para cima. –Naya Avilis, senhor. – Seus cabelos se agrupavam em cachos pequenos e longos. O delicado nariz arrebitado apontava para Davi enquanto ela falava com o prefeito. Davi apertou os punhos para tentar sair do seu encanto, mas já tinha certeza que estava encarando a jovem a tempo de mais.
-Este menino tem problema. –Disse o prefeito em direção a Davi, que mesmo assim não tirou os olhos de Naya. –Ou teve um problema. Ele pode dividir o espaço com você hoje? –Perguntou se abaixando e analisando de perto as hortaliças.
A jovem olhou sem expressão para Davi, que corou em menos de um suspiro. Ela ergueu o braço e puxou ar para argumentar, mas virou a mão e o olhou de lado.
-Achei um lugar para você! –Disse o prefeito voltando a ficar de pé. –Vocês se acertam então, eu vou ali procurar algum nabo. –Disse ele sorrindo e andando em direção aos tomates.
-Com licença. –Disse Davi colocando as caixas roxas ao lado das verdes. –Eu me chamo Davi. –Disse ele esticando o a mão em frente. A jovem sorriu e apertou seu antebraço.
-Naya. –Repetiu ela cedendo espaço para que ele dividisse a caixa ao seu lado. –Você por acaso não tem nenhum anel de vilírdia, tem? –Perguntou ela observando um roxo no pescoço de Davi. Ele balançou a cabeça tapando o machucado com a mão direita. –Imaginei que não. –Disse ela erguendo a sobrancelha ao olhar o respirador branco. –Você já foi lá? –Perguntou ela enquanto Davi levantava as sobrancelhas e fazia um beiço com os lábios. –Eu nasci lá. Em Viliris. Você é daqui?
-Eu nasci no Norte. –Mentiu ele. -Uma vila comerciante. –Disse engolindo em seco e levando os olhos até o rosto dela. –Onde fica Vilirdis?
-Viliris. Você nunca ouviu falar? –Perguntou ela abaixando as sobrancelhas e erguendo as bochechas. –Eu saí de lá ainda muito pequena, mas ela fica no extremo leste, entre mares. –Disse ela erguendo a mão e gesticulando uma onda. –No encontro de três continentes, uma linha traçada nos oceanos, delimita a vida e a morte poente, a água dá início e fim aos planos, construindo a ferro e fogo; o tridente, E costurada através dos séculos; mil anos, surge no mar da primeira e última corrente, Viliris, a cidade com sangue dos tiranos, viva para sempre, Viliris, a cidade descontente. –Cantou ela abaixando a mão ao final.
Davi a olhou boquiaberto. Nunca ouviu da cidade, mas as palavras deixavam sua boca com pétalas se soltam de flores no outono. Sua pele lisa acendia entre o cinza das paredes. Seus olhos escuros puxavam sua alma para dentro, e ele já não tinha forças para segura-la. Suspirou fundo e balançou a cabeça.
-Ela fica... no mar? –Perguntou ele encarando as alfaces.
-No Nemo. –Disse ela tirando o cabelo da frente dos olhos. –O ponto mais distante da terra entre os três continentes. –Disse abrindo um tímido sorriso. –Um dia eu vou voltar para lá.
-Quanto pelas batatas rosas? –Perguntou o homem alto de cabelos castanhos curtos que se aproximara usando uma capa marrom e um colete escuro, com braçadeiras pretas que vinham até os pulsos, e duas grandes cicatrizes no pescoço.
-São beterrabas. –Disse Davi se levantando e pegando uma da caixa.
-Batatas, baterrabas, tudo a mesma coisa. –Disse o homem estreitando os olhos. Passando a mão por dentro do colete, ele retira uma corrente avermelhada e a entrega para Davi. –Doze batatas rosas? –Perguntou ele. Davi olhou para a corrente e esticou a mão para pegá-la. Passando os dedos entre os elos e olhou de volta para o homem.
-Oito. –Disse Davi. O homem passou a mão em outro bolso e retirou um pequeno brinco prateado e o colocou na mão de Naya.
-Doze. –Disse ele rangendo os dentes enquanto ela olhava para a joia. Davi se voltou para Naya que segurava o brinco em frente aos seus olhos.
-Doze. –Repetiu Davi assentindo com a cabeça. O homem retirou a mochila das costas e começou a escolher as beterrabas. Naya entregou o brinco a Davi que o segurou com as pontas dos dedos. O brinco imitava o formato de uma orelha, adornado de pequenas pedras azuis, ele formava uma ponta no topo. Voltando-se para o homem, Davi já não o encontrava a multidão de pessoas andando entre as vendas.
-Bonito esse brinco. –Disse Naya passando o dedo por sua ponta.
-Você quer? –Perguntou ele corado.
-Ele é seu. –Disse ela se afastando.
-Eu não uso brinco, ele iria ficar bonito em você. –Disse ele esticando a mão em sua direção. Ela o apanhou e colocou na orelha esquerda.
-Como ficou? –Perguntou ela.
-Sen... –Disse ele buscando ar nos seus pulmões. –Sensacional. –Completou sorrindo.
-Mas eu não te conheço, não posso aceitar um presente assim. –Disse ela desatarraxando o pingente.
-Não, é um presente. –Disse Davi esticando seu braço em direção as hortaliças e pegando uma folha verde e molhada. –É uma troca. –Disse ele mordendo a alface com força e empurrando o resto da folha para dentro da boca. Naya riu e colocou o brinco de volta.
Antes do sol chegar no topo, todas as beterrabas já haviam sido trocadas, ao passo que mais da metade das alfaces esperavam paciente nas caixas de madeira. Davi já havia aprendido sobre o período de Naya em Viliris, sobre o Vento, o barco de seu pai que havia cruzado todos os mares baixos da costa entregando tâmaras do oceano. Dos monstros antigos que ameaçavam os cargueiros a cruzar os estreitos de pedra. Do tempo em que Naya morou nas minas de marfim com sua tia, das aventuras nas montanhas azuis, de sua vinda até a vilavassoura. Davi podia ficar ali o ano inteiro a ouvindo falar.
-Eu moro em uma “casa” na floresta. –Disse Davi apoiado na borda da vila vassoura apontando para o horizonte. –Você continua por aquele caminho até a vila das palmeiras e vira para a estrada de barro.
-Eu preciso ficar aqui a tarde, você não volta amanhã? –Perguntou Naya olhando as árvores dobradas. Davi balançou a cabeça olhando para baixo. –Meu pai é dono de uma empresa de mineração perto daquela montanha ao sul. Talvez eu volte para visita-lo um dia. Se você me convidar para conhecer a sua casa, talvez eu aceite o sofrimento de passar um tempo com ele.
-Ele é mau com você? –Perguntou Davi se voltando para ela. Na parte de fora do mercado, os dois se escoravam na lateral da cidade de aço. Naya usava um respirador vermelho com azul. Davi pensou em sugar todo o ar do mundo só para poder ver seus lábios mais uma vez.
-Ele é ausente. –Disse ela olhando para a amontanha verde. –Desde que ele deixou o barco e criou raízes na terra, ele não tem tempo para mais nada.
-Se você quiser ir lá em casa, eu acompanho você até essa fábrica. –Disse ele sorrindo por debaixo da máscara.
-Gostaria de ver você tentar. –Respondeu ela o olhando no fundo de seus olhos. –Você é diferente Davi. –Ele se virou de costas para a borda da cidade se encostou com as costas e cotovelos.
-Diferente bom? –Perguntou ele inclinando a cabeça.
-Diferente, porque você tem tantos roxos pelos braços? –Perguntou ela se voltando para examinar os machucados.
-Ah isso. –Disse ele olhando para um grande hematoma no seu pescoço. –Você me acompanha até a toca, e eu te conto o que você quiser saber sobre mim.
-Hum. –Disse ela torcendo o lábio. –Isso é um encontro? –Perguntou ela erguendo as sobrancelhas.
-Não, isso é só uma conversa. –Respondeu ele observando o brinco em sua orelha esquerda. –Quando eu te ver de novo será um encontro.
-Me diga algo primeiro. –Disse erguendo as sobrancelhas. –Porque você entrou no mercado de máscara? –Os pelos nos braços de Davi se eriçaram e ele baixou os olhos, dando um passo para trás.
-Eu preciso ir. –Disse ele diminuindo em tamanho.
-Desculpa. –Disse ela. –Eu não queria...
-Não há nada por que pedir desculpas. –Disse ele se aproximando das caixas vazias deixadas no chão. –Eu não me importo tanto com isso. –Disse ele desengatando a fivela que prendia a máscara branca. Devagar ele a abaixou segurando a respiração. Engatando novamente suas pontas ele puxou o ar com dificuldade até o respirador se acender em branco. –Mas as pessoas olham muito quando eu fico sem. Por isso prefiro ficar com ela.
-Com quantos anos você saiu de lá? –Perguntou ela deixando que as lágrimas corressem soltas sem se importar.
-Eu não sei. –Disse ele sorrindo com os olhos. –Minha mestra me tirou de lá, eu conto meu aniversário a partir daí.
-Entendo. –Disse ela limpando os caminhos deixados pelas lágrimas em seu rosto. –Então, eu passo a vila das palmeiras e viro à esquerda?
-Esquerda de quem vêm, direita de quem vai. –Disse ele caminhando em direção a saída da vilavassoura.
-Eu vou mesmo hein. –Disse Naya passando os dedos no brinco esquerdo.
-Assim espero. –Disse ele erguendo a mão e a balançando no ar. –Chuva Naya de Viliris!
-Chuva Davi! –Disse ela já distante.
Caminhando até o sableridge com as caixas vazias, tudo o que Davi conseguia fazer era reviver em sua mente as lembranças que recém fizera. Entoando as falas e buscando por detalhes que havia deixado passar. Naya deixou seus olhos, mas não sua mente. O cheiro doce. Desejou poder sentir aquele perfume para o resto da vida, mas tudo o que tinha era ar filtrado.
Caminhando sem pensar, avistou o sableridge, agora com muitos veículos ao redor. Sem pressa ele depositou as caixas no seu porta-malas e deu a volta para ir embora. Entrando ele fechou a porta e esticou a mão para puxar o cinto, olhando para o lado e sentindo seu coração apertar tanto que poderia sair do lugar.
-Agora você me leva? –Perguntou a moça grávida sentada ao seu lado. Davi não gritou, mas sentiu sua alma tremer.
-O que você está fazendo aqui dentro?! –Perguntou ele soltando o cinto a abrindo a porta.
-Você disse que me levaria. –Respondeu ela afivelando o cinto.
-Não! Eu disse que... –Começou ele apontando seu dedo, só então tentando lembrar do que havia dito. As palavras se enrolavam em sua mente, mas ele tinha noventa por cento de certeza de que não havia dito aquilo. Olhando para dentro ele viu os olhos da moça se abaixarem enquanto ela erguia os lábios inferiores para frente. –Eu não vou para lá. Posso te deixar na vila das palmeiras, de lá talvez você consiga alguma carona. A moça concordou com a cabeça, e Davi reentrou no sableridge.
Dirigindo em silêncio para fora da cidade na areia, Davi notou quatro motocicletas estacionadas na entrada da floresta que dava caminho para a estrada de ferro. Olhou para os lados, mas não viu ninguém, decidindo por seguir em frente. Pensou que se tivesse com a Ajna, poderia rever seu rosto depois, mas com a incerteza das vilasvassoura, talvez tudo que restasse fosse aquela memória malformada ainda.
Acelerando em frente o veículo começou a falhar perdendo força. Reduzindo a marcha as esteiras forçavam o carro sem resultado. Duas motos de propulsão surgiram em meio as árvores retorcidas e tomaram a frente do veículo. Davi pisou o acelerador, mas as rotações não aumentavam, permanecendo pouco mais rápido que um homem caminhando.
-Ele não anda mais que isso? –Perguntou a moça olhando para o velocímetro no painel. Davi tirou os olhos do volante e examinou as marcas no chão, só então se voltando para ela.
-Peixe dado não se olha as ovas. –Respondeu pisando fundo no acelerador sem retorno. Ao longe um ronco começou a crescer. Olhando pelo retrovisor ele viu quatro motos se aproximando.
-Talvez eles possam ajudar. –Disse ela olhando com seus olhos cinzas pelo retrovisor.
-Você conhece eles? –Perguntou Davi olhando os quatro homens descerem das motos com armas em mão. Ela balançou a cabeça se apertando para trás. Parando ao lado da porta do carro, um homem a apontou um revólver para Davi. Segurando o volante com mais força e retirando o pé do acelerador, o carro morreu.
-Sai todo mundo! –Disse o homem do lado de fora. Davi olhava fixamente para a moça. Respirando forte ele não sabia como havia sido tão ingênuo. Claramente ela conhecia eles. O velho truque da laranja que prepara o terreno para seus amigos. Seu sangue fervia em suas veias, e ele sentiu vontade de dar um soco naquela barriga falsa. Mas aquela arma era o problema principal, por enquanto
-Calma amigo, a gente só quer o que você ganhou lá dentro. –Dizia outro homem de ombros largos e cabelo curto, usando um respirador azul escuro, ao lado da porta do carona. Suando frio, ele não ousou olhar para o porta-malas, onde todo o seu ganho daquela manhã estava guardado.
Davi respirou fundo e retirou o cinto de segurança, apertando o botão vermelho abaixo do volante antes de ser puxado pela fora pelo homem que se agarrara ao seu pescoço, o jogando no chão. O homem careca se aproximou e começou a dar tapas nas pernas e braços de Davi que tentava se recompor.
-Limpo. –Disse o careca se afastando.
-Se vocês continuarem assaltando os clientes da vilavassoura, eles vão apenas parar de vir aqui. –Disse Davi olhando o homem de máscara azul enquanto outros dois entraram no sableridge revirando os bancos em busca de algo. A grávida estava em pé do lado de fora segurando sua barriga falsa.
-A gente segue ela, problema nenhum, sabe. –Disse ele fixando os olhos escuros em Davi. –Mas pelo visto você já tem um costume de ser assaltado, sabe. –Disse ele olhando para os roxos nos braços de Davi.
-Mais ou menos. –Respondeu ele olhando para trás. Um distante ronco de motor vinha em direção a estrada de fogo. Davi só conseguia pensar em quanto odiava surpresas.
-Tem uma luz piscando aqui dentro. –Avisou o homem de barba grisalha de dentro do carro.
-Você chamou alguém? –Perguntou o homem de azul dando um tapa no rosto de Davi. –Eu queria fazer as coisas sem violência, mas vocês sempre pedem, sabe. –Disse ele puxando a arma de trás das costas e apontando em direção ao barulho.
-Não chamei ninguém. –Disse Davi vendo no horizonte um veículo preto se aproximando, enquanto sentia seu rosto esquentar. Davi estava tão confuso quanto eles, o carro parecia ser de Thimoty. O homem deu-lhe mais um tapa com as costas da mão e Davi caiu de joelhos segurando a máscara. Do chão ele viu o assaltante disparar uma saraivada de balas em direção ao carro, fazendo que ele virasse para o lado e batesse em cheio a uma árvore, levantando uma nuvem de areia.
Thimoty, aquele era o carro do prefeito. Rodas prateadas, capô adornado em madeira. O que ele estaria fazendo ali, se perguntou no chão.
-O que a gente faz Tellius? –Perguntou o homem careca.
-Vá ver quem está lá! –Urrou o homem de azul apertando os dentes. Correndo em direção ao carro preto, um vulto abriu a porta e saiu mancando escorando-se nas árvores.
-Quem vem lá? –Perguntou o homem careca apontando seu revólver. Uma voz doce veio em resposta, atiçando os nervos de Davi ao máximo.
-Naya. –Disse ela erguendo as mãos enquanto o homem se aproximava.
Davi olhou para cima ignorando a conversa entre os dois. Procurando no céu, ele ainda não havia encontrado nada.
-Não vai chover hoje não garoto. –Disse o homem de azul rindo em pé a sua frente. –Tragam a menina, tenho um amigo que pagaria bastante por ela, já essa grávida aí...
-Não é chuva que eu espero. –Disse ele vendo um risco no céu.
O homem abaixou o rosto para olhar novamente para Davi, sendo surpreendido por uma cabeçada em seu estômago. Davi se levantou e subiu em cima do carro gritando “Aqui, aqui! ”. O risco no céu voava rápido e ao se aproximar largou uma grande caixa de metal em cima do veículo, balançando sua estrutura e levantando uma grande nuvem de poeira e detritos.
-Maldito! –Disse o homem de azul no chão com uma mão na barriga e a outra tapando os olhos contra a poeira. –Eu vou te picar inteiro e te jogar para os peixes, sabe! – Ao seu lado a grávida corria para dentro da floresta em direção a vila das palmeiras.
Davi pulou em cima da caixa e ela jogou uma forte luz esverdeada que o varreu por completo em menos de um piscar de olhos. A caixa abriu as laterais, saindo lâminas longas que se encaixaram nos pés de Davi, subindo o tornozelo, joelhos até se prender completamente nas duas pernas. As lâminas se prendiam desordenadamente, se arrastando entre si até encontrarem o seu encaixe. Davi pulou para frente a caixa se ergueu em seu próprio eixo, encaixando uma camada de lâminas nas suas costas, correndo o metal até os seus braços, cobrindo cada parte do seu torso. Ele se virou para trás ouvindo um tiro, rapidamente pegando o elmo prateado com um círculo azul claro no meio. Ajeitando em sua cabeça, ele se voltou para olhar os homens ainda confusos pela nuvem de poeira.
Investindo em frente, Davi passou as lâminas das mãos pelas costas do braço do homem de azul, fazendo seis pequenas e rápidas incisões em seu braço direito, enquanto contornava por trás, golpeando as pernas do homem sem reação. A lâmina fina penetrava a carne como um graveto penetra a areia. Entrando e saindo, ele costurava uma trilha de pequenos furos que passavam a pele e se enterravam até ele sentir um desengate interno. Indo para dentro do carro, Davi golpeou os dois invasores dezenas de vezes em pontos entre as costas e a barriga, sem derramar uma única gota de sangue. Com a poeira baixando ele conseguiu ver ao longe o homem careca apontando a arma para Naya, tremendo como um galho fino em frente ao furacão. Jogando a arma no chão, ele correu para trás, em direção ao grande deserto.
-Meus braços, o que você fez com os meus braços?! –Perguntou o homem no chão. Davi se aproximou emitindo um som de lâminas de metal se arrastando umas nas outras. Davi já estava cansado, e aquela armadura facilmente pesava o dobro das caixas de beterraba.
-Meu juramento me proíbe de matar qualquer um que não esteja no mesmo nível. Eu só cortei todos os tendões dos seus braços, você não vai mais usa-los. –Disse Davi retirando o elmo. –Mas o juramento não fala nada sobre abandonar moribundos. –Disse Davi passando a lâmina da mão esquerda por entre a tira que prendia a máscara azul do sujeito. Pegando-a com a mão Davi a colocou em cima da mão imóvel do homem no chão. –Sua máscara está aqui, é só a colocar de novo. Mas prenda a respiração, o ar daqui não faz muito bem, sabe?
-Desgraçado. –Disse o homem selando os lábios e amaldiçoando Davi com os olhos.
Se atentando aos sons, ele sentiu uma fisgada lhe puxar a direita, recolocando o elmo. “Nissa? ” Perguntou ele sem voz. “Três ameaças neutralizadas. Um suspeito está correndo em direção ao grande deserto a 2,759 metros por segundo. ” Ele sorriu ao ouvir a voz dela em sua mente. “Como elas estão? ” Perguntou ele se virando para olhar Naya. “Uma sofreu arranhões e uma provável contusão no lobo parental. A outra sofreu um tiro no tornozelo, está perdendo sangue. ” Davi girou seu corpo para olhar a grávida no chão se arrastando, esticando no chão uma linha vermelha que a separava de seu pé direito.
-Você é um... –Disse Naya se aproximando mancando com um filtro em mãos. Davi se voltou para ela e retirou novamente o elmo, pressionando o círculo azul claro em seu centro. A armadura de lâminas se soltou e caiu no chão desmontada. -Você é um alado!
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  10. 6 points: koselleck's comment in Richa anuncia volta da integração e do subsídio ao transporte coletivo de Curitiba
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2017.02.15 22:01 Scalira Right Where It Belongs

THROW ME IN THE LANDFILL
Havia sete anos que Mick Rory não ateava fogo a nada.
Havia jurado pelo sangue de sua mãe não começar um incêndio outra vez, não importando a beleza das chamas deflagradas a beijar e retorcer a madeira. Ou o quão bonito era vê-las crescer, uma força em si mesmas, um inferno calcinante que não deixava nada em seu caminho; vibrantes como a vida e impiedosas como a morte. Havia jurado por Leonard, o garoto que conhecera trinta anos antes no reformatório e que precisara salvar de ser esfaqueado até a morte, e com quem crescera contando estórias no meio-fio de uma estrada, bicicletas jogadas a um lado, ignorando que Lenny trazia um olho roxo e que rir, para ele, doía. Leonard, dos planos infalíveis e do sorriso gatuno que lhe fazia acreditar que tudo daria certo, no fim. Dos olhos frios, das emoções reclusas, o garoto Snart que não deixava ninguém chegar perto demais para ver o que havia por trás de suas barreiras de gelo, por trás de suas defesas tão bem construídas.
Jurou pelo mesmo Leonard que chorou à sua hospitalização.
Mick não tinha como saber com certeza.
Havia começado como sempre começa: uma chama inocente queimando em algum lugar; uma faísca. E Rory a alimentara para vê-la crescer e consumir e devorar: uma deusa dourada, implacável e cruel, verdadeira e justa. Ela o chamava, o convidava a descobrir os segredos do universo, aqueles segredos sussurrados apenas na sabedoria do fogo e, oh!, ele os queria descobrir. Os sons calavam quando o fogo falava e tudo ao redor – a casa rangendo, as vigas retorcidas, o teto desabando – nada disso importava, nada disso valia se o fogo apenas dissesse que o queria, chamasse seu nome...
Estava engolido nas chamas quando Leonard voltou por ele.
Estavam no meio de algo importante, não estavam? Mick já não conseguia se lembrar o que era. Tantos anos de vida no crime tornavam difícil distinguir os roubos pequenos dos grandes, os assaltos a mão armada dos intrincados planos milionários e com o fogo tão perto, tão quente e tão gentil, Rory não conseguia sequer lembrar-se de onde estavam. Alguém gritou que não deviam ter chamado o incendiário; uma voz tão fraca que implicava distância e pés fugidios que se afastavam do prédio, mas não os de Leonard. Os de Leonard faziam o caminho inverso, para longe da segurança e da noite clara e fumarenta e para dentro do inferno e do fogo, querentes de levar Mick com eles.
— Mick! — O ouviu gritar, não pela primeira vez. Mas o som era tão distante, tão fraco e irrisório frente ao estalar das chamas que não se voltou para vê-lo — Mick, nós temos que ir! Mick!
Outra noite Mick teria ouvido. Se as mãos de Leonard – aquelas mãos enluvadas, finas demais para esses trabalhos – o houvessem conseguido alcançar, Mick teria ouvido. Só que as chamas o engoliam em uma miríade, uma torrente, um paraíso de labaredas dançantes e sedutoras que se postavam entre ele e Lenny. Mick não podia ser alcançado. Não podia ser detido. As chamas o consumiriam e – deus, ele não negava – a morte seria bem-vinda.
Em algum momento, a voz de Lenny calou. Em algum momento, a escuridão o tragou. Em algum momento, as chamas cessaram.
Não esperava acordar.
Passou dias em tratamento intensivo. Quando foi finalmente movido a um quarto não recobrou a consciência. Foram semanas entre a realidade e a ilusão, o sonho e o desespero, alucinando na tênue linha da mortal eternidade. Mais de uma vez pensou-se morto; a voz canora de sua mãe o chamava de filho e o convidava a ir para casa. Tantos anos perdido e agora finalmente encontrava o caminho de volta – era questão de seguir e aceitar. Mas noite dessas ouviu um soluço. Um soluço que pedia para ser perdoado, que pedia desculpas, que chorava em seu leito. Na junta do pescoço com o ombro, sentiu suas lágrimas. Elas trilhavam um caminho salgado nuca abaixo e era o único gosto de realidade que este sonho ainda tinha.
— Mick — Naquela voz roubada de Lenny, quebrada de choro — Mick, eu sinto tanto.
E aquela ilusão não convencia porque Lenny jamais pediria desculpas – jamais teria pelo que se desculpar. Tudo o que fizera, todos esses anos, fora salvar Mick do inferno de ser quem era. Trazer à sua vida o mínimo de normalidade. Lenny era uma constante, uma luz em meio a tormenta de se estar perdido sem saber de onde viera ou para onde iria. Leonard o fez sentir-se como parte de algo outra vez e Mick não se sentia assim desde a infância, vivendo em uma cidadezinha campestre a oeste da civilização. Embora as memórias deste tempo não estivessem exatamente lá, uma parte de si se lembrava amado e querido. Lembrava, também, de ter uma família e de ser mais do que empecilho ou ferramenta; lembrava de pertencer e do calor dos abraços, dos afagos e dos beijos, das noites embaladas de estórias e da afeição incontida. Por que Leonard se desculparia por ser sua família?
— Mick, eu sempre... — E as palavras sussurradas só para ele ouvir eram sonho e fantasia, eram delírio e pesadelo, eram tudo o que Mick sempre quisera e mais do que podia aceitar e este Leonard era utopia que selava o que tinham de um jeito que nenhum dos dois jamais se atreveu.
Mick nunca teve como saber com certeza que aquela noite não fora um delírio. Que Leonard Snart, o próprio, viera ao seu leito e chorara por ele por pensar-se culpado de alguma mágoa só sua. Mick jamais soube, mas a lembrança desta noite – sonho ou realidade – fê-lo prometer que nada daquilo se repetiria, mesmo que implicasse se afastar para não ferir; dar as costas ao bando de Leonard sem dizer para onde ia, incapaz de crer-se estável o bastante e controlado o bastante para deter-se diante das chamas. E se tivesse que escolher entre Leonard e o fogo, não estava bem certo do que escolheria. Para viver consigo, debaixo daquela casca de corpo onde deveria ter um homem, Mick deu-lhe as costas e não olhou para trás. Leonard não o procurou.
Sete anos e as coisas continuavam iguais.
Controlar a vontade do fogo não foi fácil.
Esses anos todos foram repletos de remédios e terapia, visitas psiquiátricas e duras observações. Os grupos de apoio – Mick pagou com a língua por rir dos imbecis que a eles se juntavam – foram, talvez, a mais útil das medidas que tomara. Saber-se junto de outros seus iguais ajudava. Aplacava essa voz insistente e ranzinza, gritando que era um doido; um psicótico que, como o fogo, só era capaz de calcinar e destruir, deixando nada além de cinzas por onde quer que passasse.
Foi difícil aceitar que não teria a companhia das chamas outra vez.
Não foram poucas as vezes que se viu em recaída olhando para labaredas que subiam e estalavam e beijavam e mordiam. Embora os fogos jamais tenham saído de controle, a pontada de culpa logo virava maré e mar em ressaca e Mick se via à deriva nessas águas de autocomiseração.
Toda vez que se olhava no espelho – e ele se forçava a se encarar no espelho, a camisa puxada acima dos ombros para ver os estragos – tinha de ver os ombros e as costas lavrados de cicatrizes; marcas fundas na pele que se arrastavam para todos os lados como um polvo cujos tentáculos jamais se esticariam o bastante para naufragar navios no mar branco de suas costas. O horror que o fogo deixara manchara para sempre sua carne e sua vida.
Uma parte sua gritava que essa era sua verdadeira natureza: monstruosa, deformada, tingida pelas chamas que tanto amava e a que se entregaria sem pensar, consumido na abençoada inconsciência que o fogo traria. Mas outra parte – o todo de quem era – tinha de se lembrar que não era por ele. Era por Leonard. Porque aquelas marcas poderiam muito bem não ter acabado em seu corpo, mas em Leonard. O mesmo Leonard que se orgulhava da pele macia, das mãos finas de gentleman, da beleza que traía o fosso onde crescera com seu pai e irmã. Aquelas marcas do fogo poderiam ter-lhe tomado a vida, a forma, o corpo e a carne; incinera-lo a uma massa pútrida e informe a ser deixada para trás para ser reconhecida pelos dentes. E teria que suportar Lisa olhando para ele – para aquilo que restara do irmão – e erguendo os olhos de princesa para encará-lo com raiva, com ódio, com as chamas do fogo gritando vingança.
Todas as vezes que se via no espelho Mick Rory se forçava a ver este cenário, vivo como uma brasa que queimasse em sua mente e por trás de suas retinas. E todas as vezes que baixava a camiseta estava resoluto a seguir em frente mais um dia.
Fugiu para algum lugar da boa e velha América, para uma dessas cidades sem nome que malmente figuram em um mapa. Bom lugar para permanecer de tocaia, para esperar a poeira baixar até que as coisas se acertassem outra vez, para largar-se com as costas no chão e os pés para cima até seu cheiro desaparecer na poeira da estrada. Mas este era seu passado falando; um Mick Rory que não existia mais.
As coisas nunca se acertariam outra vez.
Este lugar era agora sua casa, inda que lar fosse uma palavra que não usaria de novo. Não era amado, tampouco temido. Os anos que ali vivera o tornaram uma constante dessa cidadezinha; um membro que era pouco mais que figuração, parte da paisagem, rotina. Tinha um emprego medíocre numa oficina mecânica e se comprazia em dar ofício às mãos. Quando elas trabalhavam, calejadas e sujas de graxa, a mente se ocupava dos detalhes e das peças, das engrenagens e dos parafusos e se afastava da escuridão que gritava pelas chamas.
Os dias passavam indiscerníveis e iguais. Era uma existência monótona, preto e branca, tão diferente dos tempos efervescentes que passara com os Snarts e seu bando. Volta e meia se pegava pensando naqueles roubos, nas expressões aparvalhadas da polícia, na pilhagem e nos espólios e ria sozinho. Seus colegas o tomavam por louco – e como estavam certos, mas pelas razões erradas! –: o imbecil musculoso que dava para falar sozinho e rir por motivo nenhum. Mick deixava que pensassem o que quisessem. Leonard o havia convencido, tantos anos antes, dos benefícios de ser subestimado e de passar despercebido.
— Ei, grandão! — Porque nesse lugar esquecido por deus ele não tinha um nome. Era “o grandão”, “você aí”, “o cara lá”. Tudo certo. — Tem alguém procurando por você!
E lá nos fundos da oficina estava Leonard Snart, o próprio, bem do jeito que Mick lembrava.
Após sete anos no escuro, Mick Rory viu as chamas outra vez.

Leonard Snart era um homem de palavra.
Ele não acreditava em deixar um dos seus para trás, muito menos em trair a confiança que lhe fosse imposta. Não eram muitas as pessoas que mereciam seu apreço e estas poucas com quem se importava eram aquelas que protegia. Leonard sabia que, em sua linha de trabalho, aqueles que você ama são sempre usados contra você; as únicas coisas que podem te ferir são as dores causadas àqueles por quem você daria a vida. Mas não se importar era a mesma coisa que não estar vivo. Lenny preferia os riscos desta afeição a uma existência vazia que não se perdoaria viver.
Assim, quando Mick Rory deu baixa no hospital – o mesmo hospital para onde Leonard o havia arrastado num desespero de que nem bem se lembrava; o hospital que tivera de pagar do próprio bolso, arrumando um emprego de fachada – e decidiu por conta que não iria voltar com eles, mas sim partir para sabe deus onde, Leonard teve que engolir o orgulho e a honra e todas as bonitas palavras ensaiadas que o fariam ficar. Teve de medir sua paciência e impedir-se de fazer algo de que se arrependeria. Teve de respirar e forçar-se a encontrar a calma; um lugar dentro de si para onde ia para esquecer de quem era. Teve de fechar os olhos e saber que era melhor assim.
Quando Mick partiu Leonard não o procurou.
Havia algo naquelas costas que sumiam na distância que diziam que essa vez não era como as outras. Que Mick não voltaria com um sorriso vagabundo e um ar de cachorro abandonado, nem que Leonard devesse procura-lo e consertar fosse lá o que houvessem quebrado. Len tentava esquecer que talvez fossem as cicatrizes – aquelas fundas e feias cicatrizes que carcomiam a carne e que rajavam os ombros e que despontavam mesmo das mangas longas dos casacos. Tentava esquecer que talvez fosse o fogo, talvez fossem as chamas, talvez fosse um chamado. E tentava esquecer que Mick Rory não voltaria atrás naquela decisão.
Melhor assim, era o mantra repetido para se convencer de que não falhara com Mick. De que não fora sua culpa as coisas terem chegado tão longe. De que não fora preciso que um dos dois quase morresse para verem que não podiam seguir em frente, não assim. Melhor assim. E tinha que se forçar a engolir essa sensação de que estava deixando Mick para morrer, como um gato velho demais e doente demais que se afasta de casa para perecer sozinho.
Os trabalhos foram surpreendentemente bons ao longo dos anos.
Leonard sabia que não ter Mick por perto tinha lá suas vantagens.
Para começar, era muito mais fácil pensar sem tê-lo por perto. Era fácil planejar seus golpes sem se preocupar se Rory conseguiria manter-se sob controle, se conseguiriam entrar e sair sem serem vistos ou se acabariam o dia engolidos em chamas. Era menos estressante; fazia bem não ter que olhar sempre atrás de si e procura-lo, não ter que se preocupar com ninguém além de si próprio durante um assalto. Mas o preço que Leonard havia pago não compensava o lucro dos ganhos. Era Lisa quem apontava as olheiras, frutos de noites mal dormidas. E resmungava por serem dois idiotas, um mais cabeça dura que o outro.
— Ele não quer ser encontrado, Lisie — Falou certa feita. Erguia os olhos das plantas dos prédios que estudava antes de haver cochilado.
— O que não quer dizer que você não deva ir atrás dele.
E aquela foi sua última palavra sobre o assunto.
Len, sendo o sujeito racional que era, teve de analisar todo prospecto possível que a situação exigia. Se – e era um grande “se” – voltasse por Mick, como as coisas seriam entre eles, então? Ele tinha de saber-se mais confiável; saber que impediria o outro caso a situação fosse outra vez tão extrema. Os pesadelos, mesmo passado anos, se repetiam iguais. Eram cacofonias de gritos e fogo e o estalar e ranger da madeira. Lembrava de acreditar que o arrastava morto para fora da casa, desesperado demais para qualquer outra coisa que não agir por impulso. De jogá-lo para dentro do carro e deixar joias e dinheiro para trás, pouco se importando se era o lucro de uma vida e todo o trabalho pelo que haviam sofrido e trabalhado e que as chamas engoliam. Não havia pedido por uma ambulância porque se acreditara sem tempo. Estivesse acordado, Mick reclamaria por Lenny estar dirigindo. Estivesse acordado, Len jamais tocaria o volante. Mas Mick não estava acordado e não iria acordar e Len precisava dirigir – e, droga, dirija! Milagre terem chegado ao hospital inteiros. Milagre, também, Mick ter vivido para contar aquela história. E Leonard o deixou ir porque não suportava a ideia de não poder protege-lo; de ter que vê-lo morrer diante dos seus olhos, ao alcance das mãos, mas ainda assim tão longe.
Levou tempo para aceitar que tinha tanto medo de ferir-se como tinha medo de feri-lo.
Quando se aquietou com a situação teve de tomar coragem para encontra-lo de novo. Sabia que Mick não o culpava, mas isso não tornava as coisas mais simples. Havia essa sensação enredada no estômago que lembrava uma ânsia; um nervosismo mal dissimulado da culpa auto infligida.
— Vá vê-lo, Leonard. — Lisa só o chamava de Leonard quando a coisa era mesmo séria — Ele vai gostar de te ver.
A isso Leonard havia sorrido como quem duvida, mas as sobrancelhas da irmã o repreendiam e o desafiavam a dizer o contrário. Vencido, Leonard Snart fez as malas para o interior, sem saber que o destino tem seu próprio jeito de brincar com a vida das pessoas. Estava de passagem comprada quando a voz de Lewis Snart o assaltou no telefone:
— Ei, rapagão — O tom, o timbre, a voz que lhe embrulhava o estômago — Estava na cidade, então pensei: por que não ligar, não é? Não é isso o que quer dizer família?
Mas Lewis Snart não era sua família desde que Leonard se lembrava.
Seu pai, Lewis, havia sido um policial, mas havia sido há muito tempo. Isso antes de aceitar os subornos e as rondas ilícitas e cair nas graças da máfia e das famiglias. Só que era um criminoso de raia miúda, desleixado e arrogante, crente de ser melhor e mais esperto do que a polícia onde trabalhava. Apenas sua cegueira insolente não via que era o mais medíocre dentre os ladrões; que seus trabalhos e serviços eram desimportantes o bastante para não serem notados, indignos de confiança e desdenhados por qualquer outro que não ele. Não, não ele, ansioso como um cão atrás de um osso, mas nojento e pérfido como um rato. Nenhum dos figurões do crime o levava a sério, mesmo que fosse sempre bom ter um ou dois tiras no bolso.
Quando pego, Lewis deu nomes que ninguém rastreou. Falou de pessoas que nunca existiram. Dedurou colegas e ligações que ninguém se importou em checar. E, quando solto sem patente ou distintivo, procurou as famílias jurando não ter aberto o bico nem dito palavra. Um larápio mais inocente acreditaria. Não foi nem preciso forçar as condições de sua prisão: ele tinha o péssimo hábito de não ser bom em nada e de entrar em seu próprio caminho. O incumbiram do roubo de uma esmeralda tão grande quanto o punho de um homem e Lewis Snart foi pego em flagrante. Resistira à prisão. Ofendera os oficiais. Ficara preso cinco anos até sua soltura e o tempo que lá passara acabaram por transformar em escória o que já era um homem podre.
Virou um bêbado incorrigível. Para esquecer, ele dizia. Esquecer que tinha uma família inútil que o arrastava; três bocas para alimentar que nada faziam além de pedir, reclamar e cobrar. Deus, dia desses se tivesse uma arma ele faria por merecer esses anos na cadeia. E deixava isso claro todas as vezes que batia na esposa. Que porcaria de comida era aquela, afinal? Ele se matava nas ruas para conseguir pôr comida na mesa e, quando o fazia, ela cozinhava o regurgito de um gato? A puta precisava apanhar para saber que o lugar dela era com a barriga colada no forno ou as pernas abertas na cama. E batia nos menores pelos gritos, pelo choro. Até pelas risadas baixas que dessem enquanto ele próprio dormia. Esses diabos tinham que aprender a respeitar o santo sono de um homem. Lenny e a irmã iam dormir aos prantos com o lombo ardendo das varadas e do açoite. Certa vez passara as mãos de Leonard a ferro quanto o molequinho tentou pegar seu troco da venda. Um dólar e setenta, para um sorvete. Tinha que aprender a não foder com ele. E não era tudo uma lição agora? Batia neles para que aprendessem a calar a boca, para aprenderem respeito, para abaixarem a cabeça e aceitar.
Dia daqueles a mulher fugiu sem os filhos. Deixou-os para trás no desespero de ver-se livre do marido. Talvez tenha crido que ele a acusaria de sequestro, de leva-los contra sua vontade. Fosse como fosse, nunca voltou para busca-los nem nunca olhou para trás para lembrar-se de que tinha família.
Leonard cresceu sendo o escudo da irmã. A pequena Lisie, tanto tempo mais nova, fora a única alegria que seus pais o deixaram. Seu sorriso de menina e risinho cristalino eram doces como o orvalho e Leonard se embevecia deles para esquecer a vida miserável que tinha. Quando os tapas e o açoite eram demais durante o dia, Lenny se achegava a ela de noite e lhe contava estórias. De princesas e dragões e de finais felizes. Ela apertava a sua mão e beijava sua bochecha e, escondido no escuro, Leonard chorava quieto para não desperta-la.
Jurou protege-la. Durante todos os anos que cresceram com aquela pobre desculpa de pai, Leonard cumpriu sua promessa. Não deixava que o homem relasse nela suas mãos. Sempre que bebia e parecia que sua ira explodiria em um dos dois, Leonard fazia questão de ser este um. Sempre ao alcance de seus tapas e de seus socos e sempre distante de Lisie. O mais que podia, pedia para que ela ficasse em seu quarto e não tivesse que ver nada que não queria. Sendo boa menina, ela obedecia. Pedia que ficasse quietinha. Pedia que fosse boazinha. E Lisie era boazinha e quieta mesmo quando as vozes erguiam oitavas e coisas voavam pela casa. Não dizia palavra nem mesmo quando seu irmão voltava para o quarto tingido de roxo, vermelho e do evanescente amarelo de abrasões que não tinham tempo de curar antes de serem cobertas por outras novas.
— Diz logo o que quer e desliga.
— Vai com calma aí, rapaz. Não erga a voz para o seu pai.
Os dedos se juntaram na ponte do nariz. Uma dor de cabeça surda surgiu de lugar nenhum.
— Mas já que quer saber, talvez eu precise de ajuda num trabalho importante.
— Não.
— Eu não diria que você está em posição de recusar. Diga olá pra ele, querida.
— Lenny! — A voz de Lisie gritou ao telefone — Lenny, não faça nada do que ele pedir, eu vou ficar bem, Len- hmmph-
— Cale essa boca, acho que ele já entendeu — O sorriso palpável do outro lado da linha — Não é, Lenny? Vai querer ajudar seu velho pai?
Leonard não teve como dizer não. Teve, também, de ver o ônibus chegar e partir enquanto ficava com os pés presos na estação.

[ Bom gente, é isso. Fim do primeiro capítulo, BUT- tem mais. Bem mais. Mas queria saber aí a opinião de vocês, porque é :'3 ]
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